Prestes a rodar a Boia de Barlavento, numa das suas melhores classificações de sempre, o NVV Veronique, ainda na sua armação clássica, magistralmente timonado pelo Comandante Zé Angelo, coadjuvado por mim na navegação, pelo Bolha na cozinha e pelo Varinhas no Chaimpain.
"... Pois nós que brigamos com o Mar, oito a dez dias a fio numa tormenta, de Aveiro a Lisboa, e estes que brigam uma tarde com um toiro, qual é que tem mais força ?.."
segunda-feira, dezembro 26, 2011
domingo, dezembro 25, 2011
Cagaço
Recebi, há dias, um cartão de Boas Festas, à antiga, como eu gosto de receber e de enviar. Escrito à mão, personalizado.
O envelope era como aqui reproduzo e, mesmo antes de ver o remetente, aqui educadamente censurado, li Ministério das Finanças e, como qualquer Português quando recebe uma carta desta proveniência, acagacei-me todo, fiquei branco, ia desmaiando.
Depois lá li o remetente, fiquei contente e acalmei, mas demorei umas boas horas a regularizar o ritmo cardiaco. Phoenix, sustos destes, Amigos, não se pregam.
sábado, dezembro 17, 2011
Goa
O gen. Vassalo e Silva, ao centro, prisioneiro do Exercito Indiano.
Há 50 anos saímos.
sexta-feira, dezembro 16, 2011
NVV Veronique, como sempre, desportivo
Num momentâneo segundo lugar em Regata, que em breve seria primeiro, ganhando com esta estonteante vitória o 254º leitão e a 321ª Caldeirada de Enguias do seu palmarés, aqui vemos o NVV Veronique, excelentemente mareado, numa das Rias Galegas.
domingo, dezembro 11, 2011
Busca e Salvamento
Uma vez mais e sem qualquer recompensa para além da satisfação do DEVER cumprido, o NVV Veronique saíu esta manhã de domingo em missão de Busca e Salvamento (BES, Search And Rescue em estrangeiro), desta vez para auxiliar o veleiro Galego Bionta UM.
Ainda pensamos em rebocar o veleiro para a Ribeira, ou mesmo para São Jacinto, o que fariamos sem exitar se se tratasse de uma embarcação moura ou castelhana, mas, tratando-se de um veleiro Galego rebocamos mesmo para o Pontão da Avela, tendo préviamente prevenido e solicitado a devida autorização ao Camarada Presidente.
Durante a noite ainda o Boavista Radio Controlo entrou em contacto com o Bionta Um e com a Guarda Costeira (PM) para coordenação desta missão BES.
quinta-feira, dezembro 08, 2011
Ainda o Gustavo
Comprei a 2ª de Mahler, com direcção do Rattle (o do cabelo igual ao da castelhana nonagenária que se casou há dias) e tocada pela Orquestra de Berlim.
O estranho era eu não conhecer ainda esta interpretação.
O estranho era eu não conhecer ainda esta interpretação.
sábado, dezembro 03, 2011
Ainda a Virgem do Sameiro
Se eu sou obrigado a ter, e bem, uma Epirb, que paguei do meu bolso, e o NVV Veronique só tem 10,5 metros de fora a fora, porque carga de água um pesqueiro não é também obrigado a ter?
E porque tem de ser o Estado, isto é, nós todos, a pagar as Epirbs aos pesqueiros?
Até porque estes aparelhos nem são excessivamente caros, sobretudo quando comparados com o preço total das embarcações e, mais ainda, sem comparação aqui, com a vida dos marinheiros?
E porque tem de ser o Estado, isto é, nós todos, a pagar as Epirbs aos pesqueiros?
Até porque estes aparelhos nem são excessivamente caros, sobretudo quando comparados com o preço total das embarcações e, mais ainda, sem comparação aqui, com a vida dos marinheiros?
Safaram-se os caxineiros e AINDA BEEEEEEMMMMM.
Esmeraram-se os serviços lusos de busca e salvamento e encheram me o coiro de orgulho.
Mas, pergunto outra vez, porque carga de água, no sec XXI e por meia duzia de tostões, o Virgem do Sameiro não tinha Epirb?
E o VHF com DSC que também sou obrigado, e bem, a ter, porque não existia a bordo do pesqueiro ?
Se o Virgem do Sameiro tivesse um destes dois aparelhos, os seus naufragos, em vez de três dias, seriam recolhidos algumas horas após a emissão do sinal de socorro.
A questão é que se o helicoptero não os tivesse encontrado, muito provavelmente morreriam os pescadores.
E porquê, se a tecnologia de localização está hoje disponível e a preços tão baixos ?!!!!
E o VHF com DSC que também sou obrigado, e bem, a ter, porque não existia a bordo do pesqueiro ?
Se o Virgem do Sameiro tivesse um destes dois aparelhos, os seus naufragos, em vez de três dias, seriam recolhidos algumas horas após a emissão do sinal de socorro.
A questão é que se o helicoptero não os tivesse encontrado, muito provavelmente morreriam os pescadores.
E porquê, se a tecnologia de localização está hoje disponível e a preços tão baixos ?!!!!
Em busca das montanhas azuis.
Há bué de anos, trabalhava eu intermitentemente em Paris, Champigny sur Marne mais em concreto, o Sérgio Paulo Silva pediu-me que lhe trouxesse da Gilbert Jeune um disco do Ferré, "Verlaine et Rimbaud" e o "Ecrits Intimes" do libertino do Roger Vailland.
A Gilbert Jeune é uma livrariazinha deliciosa que eu, das pouquissimas vezes que vou, ia, a Paris, visitava sempre em peregrinação.
Aproveitei e comprei dois exemplares de cada.
O disco do Fausto lembra muito o Ferré a cantar Verlaine et Rimbaud, Il patinait merveilleusement, por exemplo.
Não será cópia, sendo o disco do Leo Ferré é de 80 ou 81 é diferente. A forma de abordar os textos é que se assemelha e muito.
Fui buscar o meu velho vinil, dos melhores conservados que tenho, e ora o Verlaine et Rimbaud, ora as Montanhas Azuis, alternei os temas.
Fui buscar o meu velho vinil, dos melhores conservados que tenho, e ora o Verlaine et Rimbaud, ora as Montanhas Azuis, alternei os temas.
Deliciosamente belos, os textos, as melodias e as interpretações.
Serão provas da existencia de deus estes dois trabalhos.
sexta-feira, dezembro 02, 2011
Virgem do Sameiro
Desta vez safaram-se os caxineiros.
Ó mar salgado, quanto do teu sal
São lágrimas de Portugal!
Por te cruzarmos, quantas mães choraram,
Quantos filhos em vão rezaram!
Quantas noivas ficaram por casar
Para que fosses nosso, ó mar!
Valeu a pena? Tudo vale a pena
Se a alma não é pequena.
Quem quere passar além do Bojador
Tem que passar além da dor.
Deus ao mar o perigo e o abismo deu,
Mas nele é que espelhou o céu.
Ó mar salgado, quanto do teu sal
São lágrimas de Portugal!
Por te cruzarmos, quantas mães choraram,
Quantos filhos em vão rezaram!
Quantas noivas ficaram por casar
Para que fosses nosso, ó mar!
Valeu a pena? Tudo vale a pena
Se a alma não é pequena.
Quem quere passar além do Bojador
Tem que passar além da dor.
Deus ao mar o perigo e o abismo deu,
Mas nele é que espelhou o céu.
quarta-feira, novembro 30, 2011
terça-feira, novembro 29, 2011
Breaking News
De um amigo recebi a seguinte noticia:
"...
"...
Nos EUA fabricaram uma máquina que apanha gatunos.
Testaram-naem New York e em 5 minutos apanhou 1500 gatunos;
Levaram-na para Itália e em 3 minutos apanhou 3500;
Testaram-na
Levaram-na para Itália e em 3 minutos apanhou 3500;
Na África do Sul só em 2 minutos apanhou 6000 gatunos;
Trouxeram-na para Portugal e, num minuto, roubaram a máquina…
O caso está em segredo de justiça para se apurar se faz parte do processo Face Oculta ou do processo BPN
O caso está em segredo de justiça para se apurar se faz parte do processo Face Oculta ou do processo BPN
uma vez que a referida máquina tanto pode estar numa sucata como pode ter ido parar a um offshore.
..."
segunda-feira, novembro 28, 2011
A Termas
Uma cuidada dieta durante o fim de semana, que se iniciou em Vilarinho de Samardã, em pleno coração deTrás os Montes, com uma singela posta Mirandesa, que se tinha seguido a uma alheira e uma moira assadinhas na brasa.
De fronte a um dos fontanários visitados, o autor destas modestas linhas esforça a sua imaginação no que deveria solicitar para a refeição seguinte.
quinta-feira, novembro 24, 2011
Folclore
Continua a decorrer mais uma manifestação de folclore, patrocinada por diversos agrupamentos sindicais, desta vez com a designação de GREVE GERAL (Interrupção temporária dos Serviços Publicos).
No Fandango temos os ladrões do costume de um lado e do outro bailadores de tacão e patilhas compridas.
No Vira vemos vigaristas de colarinho branco e associativos de banho retrasado, de braços ao alto a estalar os dedos.
No Malhão, a dança mais concorrida, vemos os grupos todos a malhar no Zé que, indefeso, grita e tenta escapar.
No Fandango temos os ladrões do costume de um lado e do outro bailadores de tacão e patilhas compridas.
No Vira vemos vigaristas de colarinho branco e associativos de banho retrasado, de braços ao alto a estalar os dedos.
No Malhão, a dança mais concorrida, vemos os grupos todos a malhar no Zé que, indefeso, grita e tenta escapar.
quarta-feira, novembro 23, 2011
domingo, novembro 20, 2011
O Navegador de Vagos
As buscas do Camarada Presidente, da Avela, claro, sobre este tema, como sobre outros, estão dar resultados imprevistos.
A confirmarem-se estas noticias e umas outras que também por aqui se vão apurando, às tantas, da minha parte, comem mas é merdelim.
Ou o acompanhante de Vagos não sabe no que se meteu e com quem se meteu?!! (é o mais certo)
quarta-feira, novembro 16, 2011
Interludio
Este vosso amigo, no meio de uma semana estuporada de aturar tudo quanto é filho da puta, vai, quinta feira, à Alfandega Velha da Imbicta, ouvir a Orquestra do Norte a interpretar as aberturas da Flauta Mágica e das Bodas de Figaro do Amadeus e também von Weber, Wagner e Lizt.
Um jantarzinho para aí no Don Tonho, ou por alí ao lado e a musica óspois.
Vai ser uma navegação de luxo.
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Um jantar de degustação meio bom, um carpaccio de bacalhau (vulgo punheta de bacalhau) muito saboroso, um maigret de pato com rizoto bom e uma mousse de queijo de cabra com gelado de broa, assaz manhosa.
Valeram os Portos, cada prato com o seu, muito bons.
A acustica da sala da Alfandega era manhosa, os metais estavam desafinados, mas dos metais as trompas estiveram muito bem. As cordas e a soprano também.
Faltou garra ao Mozart e ao Wagner. Esperava, porque ouvi outras interpretações, mais vida e mais genica nas peças tocadas.
No cais da Ribeira estava uma barca, cheia de gajas boas, com pano redondo no traquete e latino na mezena, lindissima.
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Um jantar de degustação meio bom, um carpaccio de bacalhau (vulgo punheta de bacalhau) muito saboroso, um maigret de pato com rizoto bom e uma mousse de queijo de cabra com gelado de broa, assaz manhosa.
Valeram os Portos, cada prato com o seu, muito bons.
A acustica da sala da Alfandega era manhosa, os metais estavam desafinados, mas dos metais as trompas estiveram muito bem. As cordas e a soprano também.
Faltou garra ao Mozart e ao Wagner. Esperava, porque ouvi outras interpretações, mais vida e mais genica nas peças tocadas.
No cais da Ribeira estava uma barca, cheia de gajas boas, com pano redondo no traquete e latino na mezena, lindissima.
MAFIA "Verde"
Do jornal Ionline de hoje, o texto em baixo, que subscrevo militantemente, com inumeros e escandalosos exemplos:
"...
A sustentabilidade ambiental transformou-se num negócio de milhões. Num curto espaço de anos foram criadas centenas de estruturas, públicas e privadas, que, em nome do ambiente, cobram elevadas maquias em troca dos seus préstimos transformados em lei. Para desespero do promotor, refém do parecer favorável de mais de uma dezena de entidades, um projecto de investimento pode ficar meio milhão mais caro e ainda assim demorar vários anos para ser aprovado. As queixas já chegaram a Bruxelas. As histórias são infindáveis, mas são poucos os que querem dar a cara. Afinal, nunca se sabe quando voltarão a precisar de recorrer aos serviços municipais, ao Instituto de Conservação da Natureza e Biodiversidade ou a qualquer outro dos sete existentes, a uma das cinco comissões de Coordenação de Desenvolvimento Regional (CCDR) ou a qualquer outra comissão, direcção ou órgão consultivo, A prudência manda pagar e calar, como, tarde de mais, percebeu um investidor estrangeiro que decidiu recorrer aos tribunais. O ex-ministro da Administração Interna, Ângelo Correia, que presidiu à Comissão Parlamentar do Ambiente, disse ao i que, ao nível da gestão, “devem prevalecer as regras da clareza e da velocidade adequada de resposta aos problemas. Nem uma nem outra condições estão asseguradas em Portugal. Em nome do ambiente montou-se um esquema” que acaba por prejudicar o próprio ambiente. Para Ângelo Correia, “dá a impressão que tudo foi feito de forma a que os portugueses tenham que pedir a intervenção do Estado.” Um promotor contou ao i que pagou por um estudo de impacto ambiental 200 mil euros. E teve que pagar à Agência Portuguesa do Ambiente taxas no valor de 100 mil euros. Ângelo Correia diz também que “há em Portugal uma deficiente organização nos espaços e organismos que tutelam o ambiente”. O secretário de Estado do Ambiente, Pedro Afonso de Paulo, concorda que existe demasiada burocracia e diz que o objectivo do actual governo é simplificar. A reorganização do Ministério da Agricultura, Mar, Ambiente e Ordenamento do Território, anunciada no fim de Setembro, permitiu eliminar mais de 30% das estruturas e dos dirigentes, poupando ao Estado cinco milhões de euros de uma penada. Mas isso não chega. Além da duplicação de funções e da existência de demasiados decisores ao longo da aprovação de um projecto, os investidores queixam-se daquilo que descrevem como o exercício de um poder mesquinho: ter na mão a possíbilidade de vetar ou autorizar um negócio de milhões. A arquitecta paisagista e quadro superior da CCDR Alentejo, Margarida Cancela de Abreu, foi ao longo de muitos anos temida e odiada por investidores que viam os seus empreendimentos voltar sistamaticamente para trás. Faltava sempre qualquer coisa. Mas, ao que parece, não é possível exigir responsabilidades a quem tem o poder de decidir. Porquê? A resposta do secretário de Estado diz tudo: “No quadro actual, nem sempre é claro de quem é a responsabilidade, dado o número de entidades, técnicos e decisores frequentemente envolvidos, e dos circuitos burocráticos a respeitar. Trata-se muitas vezes da chamada ‘responsabilidade difusa’. Mas um dos pontos centrais da revisão dos regimes jurídicos dos Instrumentos de Gestão Territorial, e da Urbanização e Edificação irá precisamente incidir sobre os aspectos administrativos e de procedimento.” Será um avanço, mas continua a faltar coerência estratégica. Muitas vezes existe receio em assumir a responsabilidade pela emissão de pareceres e alguns podem até ser contraditórios. A verdade, é que todos estes constrangimentos custam milhões. Para Ângelo Correia, parte da solução passaria por uma separação clara entre o que são entidades como a Quercus ou Liga para a Protecção da Natureza e o Estado. Por outro lado, seria fundamental criar padrões standard sobre o que se pode ou não tolerar e deixar isso escrito e objectivado para que todos possam conhecer as regras.
..."
segunda-feira, novembro 14, 2011
Serviço Publico
O Mar Adentro Ventosga orgulha-se de participar no esforço de Serviço Publico que deve nortear todos os Portugueses.
Apesar da ideia não ser minha, aqui a reproduzo, em tom de aconselhamento fiscal:
Apesar da ideia não ser minha, aqui a reproduzo, em tom de aconselhamento fiscal:
Não esquecer na vossa declaração fiscal para o ano de 2011 de referir o nome dos membros do governo e do parlamento na rubrica "Pessoas a Cargo"!!!
sábado, novembro 12, 2011
quinta-feira, novembro 10, 2011
Arte de Talma
Peça de Teatro em UM Acto.
Actores:
Eu, ateu incorrigivel, em vestes longas de penitente;
O Grande Arquitecto, de avental, longas barbas e uma espada na mão.
O pano sobe aos soluços.
Eu: É pá, ganda seca aqui no Paraíso (não é certamente Portugal), não há tascaquinhas, não há gajas boas, só padres...
O Grande Arquitecto (daqui para a frente GA): E tu que fazes aqui ?
Eu: Não sei Pá, estava a atravessar uma rua, olhei para a esquerda e o sacana do carro veio da direita.
GA: Não digas palavrões, aqui ninguém diz palavrões.
EU: Ok ok, não digo Pá (notem o pormenor do P maiusculo neste diálogo)
GA: Vou atirar contra a Terra um calhau com 400 metros de diametro, no mínimo, e vou liquidar aquela gajada toda, já me andam a chatear.
EU: Oh GA, não faças isso Pá, ainda lá tenho uns copitos para malhar.
GA: Vou e é já, olha agora.
O GA arremessa um calhau enorme contra a Terra, o U2005, que, com a velocidade celeste que se imagina, certamente mais de 5 nós, corre contra o planeta azul.
Mas o GA, às vezes, poucas, também se engana e o calhau, o U2005, passa a 320.000 km da Terra.
GA com voz tronitruante: FODA-SE, FALHEI....
O pano cai de uma só vez, depressa e envergonhado.
Actores:
Eu, ateu incorrigivel, em vestes longas de penitente;
O Grande Arquitecto, de avental, longas barbas e uma espada na mão.
O pano sobe aos soluços.
Eu: É pá, ganda seca aqui no Paraíso (não é certamente Portugal), não há tascaquinhas, não há gajas boas, só padres...
O Grande Arquitecto (daqui para a frente GA): E tu que fazes aqui ?
Eu: Não sei Pá, estava a atravessar uma rua, olhei para a esquerda e o sacana do carro veio da direita.
GA: Não digas palavrões, aqui ninguém diz palavrões.
EU: Ok ok, não digo Pá (notem o pormenor do P maiusculo neste diálogo)
GA: Vou atirar contra a Terra um calhau com 400 metros de diametro, no mínimo, e vou liquidar aquela gajada toda, já me andam a chatear.
EU: Oh GA, não faças isso Pá, ainda lá tenho uns copitos para malhar.
GA: Vou e é já, olha agora.
O GA arremessa um calhau enorme contra a Terra, o U2005, que, com a velocidade celeste que se imagina, certamente mais de 5 nós, corre contra o planeta azul.
Mas o GA, às vezes, poucas, também se engana e o calhau, o U2005, passa a 320.000 km da Terra.
GA com voz tronitruante: FODA-SE, FALHEI....
O pano cai de uma só vez, depressa e envergonhado.
quarta-feira, novembro 09, 2011
segunda-feira, novembro 07, 2011
Açores 2004
A tripulação do Tibariaf (O NVV Veronique não pode largar) com os Senhores Azevedo, o Zé e o Henrique.
Moi Je na escrita, sentado a uma mesa do Café Sport, à espera do Gin. Ao fundo o Sr. Henrique Azevedo, o Peter's.
quinta-feira, novembro 03, 2011
Ainda Waits
É belho comó caraças, é de 83, morava eu então na Travessa da Matemática, eh eh eh, o Maia Gomes, saudoso, e a Mariz, Teresa, ensinaram-me Waits, Heart Attack and Wine.
Ouvi-o às paletes, vinil approach, no meio do Jarreth, na altura a concertar no Palácio dos Desportos, na Capital.
Recompreio em versão 0-1-0-1-0-1... e reouço-o à exaustão. É quase tam bom comó Gustavo.
(e, de igual modo, o Bushmills, essa é que é Eça)
(e, de igual modo, o Bushmills, essa é que é Eça)
terça-feira, novembro 01, 2011
Nova Barra de Aveiro
Concretizando o designio marítimo de Portugal e incentivando as obras públicas e de público interesse, o governo iniciou os trabalhos de abertura da nova barra de Aveiro, um pouco ao sul da Vagueira, no local conhecido como Praia do Labrego.
Outras ainda
Parte da flotilha da Avela que participou na Jornada Ecológica. Fotografia a partir do Zurk, logo a seguir o Chimera, o Veleiro Almirante Lotsofun, o gracioso NVV Veronique e, ao fundo, o Freitag Dreizehn.
Briefing antes do Desembarque que em nada ficou a dever ao da Normandia.
domingo, outubro 30, 2011
Outras do Aniversário
Anna und York, Camarada Arquitecto Victor e Crtistina, ao canto o Amigo Reis.
Cadima Dry e o casal Tim Hadock y Mar Rey, directamente de Bouzas.
Machadinho e Madame Lourdes von Zurk.
Anna und York von Freitag 13 Segelnboot.
Camarada Bice cun Xoan Carballo do Liceo Maritimo de Bouzas.
Animação Musical a cargo de Licas von Zurk y sus Muchachos, vencedores do Festival da Canção de Cuernavaca, no México, mais conhecidos pelos 'Paralelos do Ritmo', por mais que toquem nunca se encontram. Aqui numa brilhante e muito aplaudida interpretação do recente hit 'Clavelhitos', primeiro lugar dos tops mundias.
quarta-feira, outubro 26, 2011
segunda-feira, outubro 24, 2011
Tom Waits
Trata-se de uma mania como outra qualquer, mas dos States tenho aquele gosto 'retro' do sr. Kerouak e do sr. Waits.
Hoje vou receber, edição limitada e em primeira mão, um exemplar do 'as bad as me', ultimo trabalho do sr. Waits, que já ouvi numa apresentação virtual a partir do fb para os seus 'friends'.
É Waits no seu melhor.
Hoje vou receber, edição limitada e em primeira mão, um exemplar do 'as bad as me', ultimo trabalho do sr. Waits, que já ouvi numa apresentação virtual a partir do fb para os seus 'friends'.
É Waits no seu melhor.
sábado, outubro 22, 2011
A nossa Ria
Serviço de nauti-taxi desde o NVV Veronique
O NVV Veronique fundeado na Baía 'Ground Zero' da Ilha do Monte Farinha, hoje à tarde. Eu estava na embarcação ao lado, no chaimpain.
Um fim de tarde mágico no ultimo dia do Verão 2011, um chaimpain de luxo e Amigos de luxo também, um privilégio desfrutar deste ambiente, da Ria, do Sol e dos Ventos.
terça-feira, outubro 18, 2011
A Saga do sr João Peralta
Lá estaremos, ao Solesticio de Inverno, a fazer Guarda de Honra a estes filhos da Ria.
"...
Ex.mos Senhores,
"...
Ex.mos Senhores,
O veleiro TRIUNFO, de bandeira brasileira, com 12,5 metros de comprimento e 1,85 de calado, vai zarpar dentro de dias do porto de Cubatão (Santos, Brasil), para uma viagem até Aveiro com escalas em Salvador da Bahia, Recife, Natal, Fortaleza, São Luís do Maranhão, Açores, Sevilha, Sines e Lisboa. Uma viagem de cerca de 6.000 milhas que durará 80 dias. A chegada a Aveiro está prevista por alturas do solstício de Inverno.
Serão 3 os tripulantes a bordo, os professores João Peralta, 75 anos, natural de Vagos e residente no Brasil (proprietário do veleiro), António de Abreu Freire, 68 anos, natural da Murtosa e José Maria Eça de Queiroz, 60 anos, natural do Maranhão (bisneto do homónimo escritor). Esta viagem tem finalidades culturais, pois trata-se de percorrer os espaços de vida e de intervenção de um dos grandes heróis da unificação brasileira, considerado um dos "pais da pátria", Martim Soares Moreno, que era natural de Santiago do Cacém. Ele foi o fundador do Ceará e da cidade de Fortaleza, que comemora os 400 anos da sua fundação.
Vários jornais e rádios de Portugal e Brasil vão seguir-nos regularmente e poderão fazê-lo através do Diário de Aveiro, das rádios VagosFM ou Radio Voz da Ria ou ainda através do blogue www.antonioabreufreire.bloguepessoal.com onde será publicada a versão on-line do Diário de Bordo, a partir da próxima semana. Enviaremos para este vosso mail regularmente as notícias da nossa viagem.
Nós solicitamos à associação ÀVela um espaço para acostagem à nossa chegada, até ao final do mês de Fevereiro.
Grato pela atenção
António de Abreu Freire
--
António Abreu Freire
http://antonioabreufreire.bloguepessoal.com
..."
--
António Abreu Freire
http://antonioabreufreire.bloguepessoal.com
Aniversário da AVELA
A nossa Associação chama-se Associação Aveirense de Vela de Cruzeiro.
O sublinhado e o bold são meus. E são-no para realçar o facto de não se chamar Associação Aveirense de Comes e Bebes, por muito que todos nós disso gostemos, dos comes e dos bebes.
A Avela nasceu como associação de armadores e foi-o durante muito tempo. Com o Paulo Reis adquiriu mais o caracter desportivo e social. Foi com ele que se iniciaram de forma sistemática os passeios na Ria, as Regatas, as recepções aos meninos do IPO, os cruzeiros oceânicos e os colóquios.
O Luís Vilela, o Carlos Alberto e o próprio Cala Barros continuaram nessa linha de orientação.
Com todas as vicissitudes das presidências anteriores, de todos amplamente conhecidas , a orientação seguida pela Avela e seus dirigentes pareceu-me a correcta.
Mesmo nos piores anos, o aniversário da Avela esteve sempre associado uma qualquer actividade náutica. Lembremo-nos de um passeio a São Jacinto feito há 2 ou 3 anos, com concurso de petiscos, lembremo-nos dos passeios de moliceiro nos esteiros da nossa Ria, das Regatas em banana no Mar, do encontro em São Jacinto quando lá estivemos em pontão, que, naturalmente, envolveu actividade náutica, do Dia Aberto de Vela com a Universidade de Aveiro nos nossos barcos, e por aí fora.
É amplamente conhecida a minha indisponibilidade para assumir qualquer cargo directivo na Associação, para além de pensar que a direcção está muito bem entregue.
E se bem o penso melhor o pratico, colaborando e disponibilizando-me para organizar eventos náuticos em nome da nossa Associação.
Este meu contributo é apenas para chamar a atenção para uma linha de orientação politica da Avela que não me parece ser a melhor.
A Avela, nos outros Clubes da Ria, já é hoje conhecida pela Associação dos Barcos com Cozinha. Neste caminho faremos cada vez mais jus ao nome que nos chamam.
Adenda:
Entretanto recebi uma nota do Camarada Presidente corrigindo o meu texto acima descrito com outra actividade programada, limpeza do 'ground zero', que o Camarada Secretário Amândio tinha sugerido e ontem à tarde esclarecido, sendo o local 'ground zero' a Ilha do Monte Farinha, na baía onde costumamos fundear.
Fica aqui a correcção.
O sublinhado e o bold são meus. E são-no para realçar o facto de não se chamar Associação Aveirense de Comes e Bebes, por muito que todos nós disso gostemos, dos comes e dos bebes.
A Avela nasceu como associação de armadores e foi-o durante muito tempo. Com o Paulo Reis adquiriu mais o caracter desportivo e social. Foi com ele que se iniciaram de forma sistemática os passeios na Ria, as Regatas, as recepções aos meninos do IPO, os cruzeiros oceânicos e os colóquios.
O Luís Vilela, o Carlos Alberto e o próprio Cala Barros continuaram nessa linha de orientação.
Com todas as vicissitudes das presidências anteriores, de todos amplamente conhecidas , a orientação seguida pela Avela e seus dirigentes pareceu-me a correcta.
Mesmo nos piores anos, o aniversário da Avela esteve sempre associado uma qualquer actividade náutica. Lembremo-nos de um passeio a São Jacinto feito há 2 ou 3 anos, com concurso de petiscos, lembremo-nos dos passeios de moliceiro nos esteiros da nossa Ria, das Regatas em banana no Mar, do encontro em São Jacinto quando lá estivemos em pontão, que, naturalmente, envolveu actividade náutica, do Dia Aberto de Vela com a Universidade de Aveiro nos nossos barcos, e por aí fora.
Com todo o respeito por quem trabalha na Associação, que é quem tem o direito, adquirido pelo trabalho, de fazer ou não fazer o que entender, penso que não é esta a orientação correcta a dar à nossa associação, sob pena de voltarmos a ser só uma associação de armadores. Se for esse o entendimento, então estamos no caminho certo, arrumamos os nossos barcos pelo melhor preço possível e fazemos umas jantaradas de vez em quando.
É amplamente conhecida a minha indisponibilidade para assumir qualquer cargo directivo na Associação, para além de pensar que a direcção está muito bem entregue.
E se bem o penso melhor o pratico, colaborando e disponibilizando-me para organizar eventos náuticos em nome da nossa Associação.
Este meu contributo é apenas para chamar a atenção para uma linha de orientação politica da Avela que não me parece ser a melhor.
Isto tudo para dizer que me parece muito curto, muito fora do âmbito da Avela, o Programa de Aniversário proposto pela Direcção que, tanto quanto sei, é apenas um jantar de aniversário. (antes apenas um jantar que nada…)
A Avela, nos outros Clubes da Ria, já é hoje conhecida pela Associação dos Barcos com Cozinha. Neste caminho faremos cada vez mais jus ao nome que nos chamam.
Adenda:
Entretanto recebi uma nota do Camarada Presidente corrigindo o meu texto acima descrito com outra actividade programada, limpeza do 'ground zero', que o Camarada Secretário Amândio tinha sugerido e ontem à tarde esclarecido, sendo o local 'ground zero' a Ilha do Monte Farinha, na baía onde costumamos fundear.
Fica aqui a correcção.
Actualidade - 2
Do "Dinheiro Vivo on line" e também de quase toda a imprensa Portuguesa de hoje:
"...
A esmagadora maioria dos antigos titulares de cargos políticos vai ficar livre de um esforço especial adicional no âmbito da medida que corta pensões (regime geral e público) e salários públicos, mostra o Orçamento do Estado do próximo ano.
Quando todos os pensionistas que ganham acima de 485 euros vão sentir o peso da austeridade, o DN/Dinheiro Vivo apurou que a larga maioria das subvenções mensais vitalícias pagas a personalidades da política portuguesa recebe a benesse em 12 prestações mensais.
Como o Governo, na proposta de lei do Orçamento do Estado, apenas prevê ficar com o 13º e o 14º mês das subvenções, a medida terá pouco ou nenhum alcance.
“Que eu saiba, nessas subvenções não existe subsídio de Natal, nem de férias. Nem teria de haver, pela simples razão de que, tecnicamente, não serem pensões”, atira Luís Mira Amaral, um dos muitos ex-políticos que têm direito a esse tipo de apoio. O ex-ministro “não tem conhecimento” de casos fora do esquema das 12 mensalidades.
Anacoreta Correia também recebe uma subvenção dessas repartida em 12 mensalidades, confirmou o próprio. Vários especialistas consideraram que seriam correcto o Governo fazer alguma coisa quanto a isso, numa altura em que pede enormes sacrifícios a todos, mas compreendem que tecnicamente seja difícil.
Essas ‘pensões’ já são tributadas em sede de IRS dos respectivos ex-políticos. A benesse em causa é atribuída a ex-responsáveis como Armando Vara, Pedro Santana Lopes, Odete Santos, Almeida Santos, João Cravinho, Luís Marques Mendes ou Pedro Santana Lopes, entre muitos outros.
..."
O sublinhado é meu.
"...
A esmagadora maioria dos antigos titulares de cargos políticos vai ficar livre de um esforço especial adicional no âmbito da medida que corta pensões (regime geral e público) e salários públicos, mostra o Orçamento do Estado do próximo ano.
Quando todos os pensionistas que ganham acima de 485 euros vão sentir o peso da austeridade, o DN/Dinheiro Vivo apurou que a larga maioria das subvenções mensais vitalícias pagas a personalidades da política portuguesa recebe a benesse em 12 prestações mensais.
Como o Governo, na proposta de lei do Orçamento do Estado, apenas prevê ficar com o 13º e o 14º mês das subvenções, a medida terá pouco ou nenhum alcance.
“Que eu saiba, nessas subvenções não existe subsídio de Natal, nem de férias. Nem teria de haver, pela simples razão de que, tecnicamente, não serem pensões”, atira Luís Mira Amaral, um dos muitos ex-políticos que têm direito a esse tipo de apoio. O ex-ministro “não tem conhecimento” de casos fora do esquema das 12 mensalidades.
Anacoreta Correia também recebe uma subvenção dessas repartida em 12 mensalidades, confirmou o próprio. Vários especialistas consideraram que seriam correcto o Governo fazer alguma coisa quanto a isso, numa altura em que pede enormes sacrifícios a todos, mas compreendem que tecnicamente seja difícil.
Essas ‘pensões’ já são tributadas em sede de IRS dos respectivos ex-políticos. A benesse em causa é atribuída a ex-responsáveis como Armando Vara, Pedro Santana Lopes, Odete Santos, Almeida Santos, João Cravinho, Luís Marques Mendes ou Pedro Santana Lopes, entre muitos outros.
..."
O sublinhado é meu.
sexta-feira, outubro 14, 2011
Actualidade
Há um anito, a propósito não sei de quê, escrevi, ou melhor citei, Agualuza, que é Angolano.
E hoje, com a 'solidariedade' europeia a todos os titulos bem vísivel, qual é a opinião dos meus Amigos?
E hoje, com a 'solidariedade' europeia a todos os titulos bem vísivel, qual é a opinião dos meus Amigos?
quarta-feira, outubro 12, 2011
terça-feira, outubro 11, 2011
Steeve Jobs
Em 1989, na Cebit de Hanover, este vosso amigo, com esta mãozinha que aqui vêem, cumprimentou o senhor Jobs, tendo mesmo ficado duas semanas e meia, três semanas vá, sem a lavar, à mão.
segunda-feira, outubro 10, 2011
VII Grande Regata da Lua Cheia
Já lá vão uns meses largos sem que as águas da nossa Ria fossem sulcadas pelos cascos dos mais maravilhosos veleiros do Universo.
Com uma nova roupagem, outros locais e outros participantes, vão reiniciar-se no fim de semana de 22 e 23 de Outubro as já mundialmente famosas Regatas da Lua Cheia.
Oportunamente será divulgado o Programa, que se antevê de muito luxo.
Com uma nova roupagem, outros locais e outros participantes, vão reiniciar-se no fim de semana de 22 e 23 de Outubro as já mundialmente famosas Regatas da Lua Cheia.
Oportunamente será divulgado o Programa, que se antevê de muito luxo.
A orgânica das organizações
As minhas empresas têm um departamento de Direcção Financeira.
Por questões que se prendem com a optimização de custos e da criação de sinergias entre as estruturas, a direcção financeira é comum, isto é, a mesma pessoa responde pela gestão financeira das empresas.
E responde a quem, perguntarão os meus Amigos?
Por questões que se prendem com a optimização de custos e da criação de sinergias entre as estruturas, a direcção financeira é comum, isto é, a mesma pessoa responde pela gestão financeira das empresas.
E responde a quem, perguntarão os meus Amigos?
A resposta é simples, a mim.
Enquanto Gerente, esforçado, compete-me delinear as politicas a seguir, tomar as decisões do que comprar, a quem comprar, quando comprar, que investimentos fazer, que politica de compras e vendas praticar.Isto é, a Direcção Financeira das minhas empresas executa, com grande grau de autonomia, diga-se, as politicas que a Gerência, esforçada, define.
Seria impensável que a minha dótôra economista um dia se virasse para mim e me dissesse ”..oh engenheiro, isso é comigo, eu é que digo o que vai gastar…”Aliás até podia fazê-lo, mas eu responder-lhe-ia de imediato “…Pois olhe dótôra, a porta de saída é serventia da casa, é 6 m x 6 m, e está sempre aberta…”
Quem define e desenha os orçamentos é o Passos Coelho; o Victor Gaspar, com toda a competência que se lhe reconheça, executa as directivas do Primeiro Ministro.
Hiérarquias de responsabilidades são hiérarquias de responsabilidades.
Hiérarquias de responsabilidades são hiérarquias de responsabilidades.
Houve excepções, o Dr Salazar, enquanto ministro das finanças, indicou a porta de saída ao Dr Domingos da Costa Oliveira, 1º ministro de então e sabe-se o que se lhe seguiu.
O Dr Salazar morreu pobre, era inquestionável a sua honestidade nas contas pessoais, mas o seu imobilismo e a sua falta de visão condenaram Portugal a umas boas dezenas de anos de atraso.
"...Está tudo bem assim e não podia ser de outra forma..."
Salazar, Discursos
"...Está tudo bem assim e não podia ser de outra forma..."
Salazar, Discursos
quarta-feira, outubro 05, 2011
Correcção
É verdade, neste espaço só devem figurar amigos ou pessoas que nos mereçam consideração.
Este vosso amigo tem fama de bom pagador. Terá muitos defeitos e ainda mais porras, mas é bom pagador.
Quer isto dizer que nada que me façam, de bom ou de mau, eu deixo de pagar.
Pago sempre tudo, posso demorar, mas não fico a dever nada a ninguém.
Este vosso amigo tem fama de bom pagador. Terá muitos defeitos e ainda mais porras, mas é bom pagador.
Quer isto dizer que nada que me façam, de bom ou de mau, eu deixo de pagar.
Pago sempre tudo, posso demorar, mas não fico a dever nada a ninguém.
segunda-feira, outubro 03, 2011
Algumas fotos (assim assim) do Bolha
O armador do Veronique e Marieke de Ucha y Toucedo
Ponte D.Luiz, by night
Jorge Lanhelas entre dois Médicos, o de Bordo (com um sorrizinho manhoso), e Maître François.
domingo, outubro 02, 2011
Cruzeiro de Outono
Com as suas porras, quem as não tem, terminou com a chegada a Biana da flotilha da Avela, a primeira parte do nosso Cruzeiro de Outono 2011.
Especialmente recebidos pelos Amigos da ANR, com as dificuldades de amarração num local de excelência, a Ribeira, podemos dizer, e eu sou suspeito para o fazer, que as coisas correram razoavelmente bem.
Para manter a tradição o NVV Veronique avariou e foi prontamente rebocado por um dos veleiros da flotilha para um local onde, com a maior das facilidades, poderia ser guardado e reparado, o muro da Alfandega Velha.
Contráriamente ao esperado, a avaria seria diagnosticada ainda no Hotel pelo seu esforçado armador e prontamente reparada pelo 2º grumete de cozinha e electro valvulas, o senhor Bolha, depois da assistência do autor destas modestas linhas, que se deslocou para o efeito ao cais da Ribeira.
As crónicas virão a seguir.
Especialmente recebidos pelos Amigos da ANR, com as dificuldades de amarração num local de excelência, a Ribeira, podemos dizer, e eu sou suspeito para o fazer, que as coisas correram razoavelmente bem.
Para manter a tradição o NVV Veronique avariou e foi prontamente rebocado por um dos veleiros da flotilha para um local onde, com a maior das facilidades, poderia ser guardado e reparado, o muro da Alfandega Velha.
Contráriamente ao esperado, a avaria seria diagnosticada ainda no Hotel pelo seu esforçado armador e prontamente reparada pelo 2º grumete de cozinha e electro valvulas, o senhor Bolha, depois da assistência do autor destas modestas linhas, que se deslocou para o efeito ao cais da Ribeira.
As crónicas virão a seguir.
Marieke de Ucha y Toucedo com Madame Lourdes von Zurk, na Ribeira
Os Presidentes
O casal Licas von Zurk
O armador do Veronique com o seu Amigo Jorge Lanhelas
O NBB Beronique no cais da Alfandega Belha
sábado, outubro 01, 2011
Bienal de Cerâmica de Aveiro
2,47 m que deixaram Madame Veiga indignada e invejosa, e a mim, confesso, diminuído e acabrunhado.
Uma das visitantes ainda afirmou que "...se fosse um bocadinho mais pequeno ainda o levava para casa..."
quarta-feira, setembro 28, 2011
sábado, setembro 24, 2011
Buika
Para provar, sem disso necessitar, que nada tenho contra os castelhanos, na terra deles e sem nos quilharem o juizo e o resto, aqui têm a Buika, a Concha. De muito luxo:
http://youtu.be/V6m_xExwX4w
http://youtu.be/V6m_xExwX4w
sexta-feira, setembro 23, 2011
Dia do Bar do Clube
Decorreu com grande participação o 1º Dia do Bar dos Sócios, no Clube Avela, desta vez a cargo dos sócios senhor Veiga e senhor Licas.
Foi servida uma extensa, rica e variada lista de bebidas e salgadinhos, que satisfez plenamente os presentes, servidos com rapidez e competência pelos sócios da Avela acima referidos e de que o autor destas modestas linhas fez parte.
Alguma confusão se gerou entre os convivas que, pouco habituados aos espaços sociais dos bares da capital, tiveram alguma dificuldade em distinguir e saber como beber uma Piña Colada ou um Moet et Chandom, já para não falar nos Mojitos.
Mas tudo acabou em bem, com algumas acções de formação dadas pelos referidos senhores sócios e, finalmente com os nossos Amigos da ANR do Porto que, apesar de estarem a contar com a presença do corpo de baile da casa de diversão nocturna Starlight, que efectivamente não esteve presente, ficaram espantados com a forma eficiente e pródiga com que os referidos sócios geriram, esta quinta, o bar do Clube.
Foi servida uma extensa, rica e variada lista de bebidas e salgadinhos, que satisfez plenamente os presentes, servidos com rapidez e competência pelos sócios da Avela acima referidos e de que o autor destas modestas linhas fez parte.
Alguma confusão se gerou entre os convivas que, pouco habituados aos espaços sociais dos bares da capital, tiveram alguma dificuldade em distinguir e saber como beber uma Piña Colada ou um Moet et Chandom, já para não falar nos Mojitos.
Mas tudo acabou em bem, com algumas acções de formação dadas pelos referidos senhores sócios e, finalmente com os nossos Amigos da ANR do Porto que, apesar de estarem a contar com a presença do corpo de baile da casa de diversão nocturna Starlight, que efectivamente não esteve presente, ficaram espantados com a forma eficiente e pródiga com que os referidos sócios geriram, esta quinta, o bar do Clube.
domingo, setembro 18, 2011
O Bar do Clube
Desenvolvendo uma ideia que, não sendo minha, adoptei de alma e coração, propuz-me a gerir o Bar da Avela um dia por semana, sendo o apuro, naturalmente, pertença do Clube.
Assim, na próxima quinta feira, será este vosso amigo a gerir o Bar, sendo o seguinte Menu que vou apresentar, tudo a preços módicos e acessíveis.
Bebidas:
Mojito
Cuba Livre
Gin Tónico
Piña Colada
Bloody Mary
Caipirinha
Wisky (mas de Malte)
Salgadinhos:
Moelinhas
Pica pau
Iscas de cebolada
Tábua de queijos
Empalhada
Pipocas salgadas
Vichésoise
Espero que gostem e, gostando, acorram ao Bar da Avela em massa, pois assim contribuirão para as finanças do Clube e para a aquisição duma nova máquina de finos para o nosso Bar.
Assim, na próxima quinta feira, será este vosso amigo a gerir o Bar, sendo o seguinte Menu que vou apresentar, tudo a preços módicos e acessíveis.
Bebidas:
Mojito
Cuba Livre
Gin Tónico
Piña Colada
Bloody Mary
Caipirinha
Wisky (mas de Malte)
Salgadinhos:
Moelinhas
Pica pau
Iscas de cebolada
Tábua de queijos
Empalhada
Pipocas salgadas
Vichésoise
Espero que gostem e, gostando, acorram ao Bar da Avela em massa, pois assim contribuirão para as finanças do Clube e para a aquisição duma nova máquina de finos para o nosso Bar.
quinta-feira, setembro 15, 2011
Cruzeiro de Outono
Cambada,
Eis aqui o Programa do Cruzeiro de Outono:
Dia 1 Outubro / Sábado
Largada ETD 0900 – Aveiro
ETA 1600 - Porto/Douro
Jantar na Ribeira
Dia 2 Outubro / Domingo
ETD Douro 0500
ETA Viana do Castelo 1200
Almoço
Visita ao Gil Eanes
Regresso a Aveiro de CP ou de Autopulman, conforme os inscritos
Dia 4 de Outubro/Terça
Ao fim da tarde Viagem para V Castelo de comboio ou autopulman
Patuscada de Gala
Dia 5 de Outubro/Quarta
ETD 0600 V Castelo
ETA Aveiro 1600
(nesta pernada, ou em qualquer outra, os participantes pararão e arribarão onde muito bem lhes aprouver)
Eis aqui o Programa do Cruzeiro de Outono:
Dia 1 Outubro / Sábado
Largada ETD 0900 – Aveiro
ETA 1600 - Porto/Douro
Jantar na Ribeira
Dia 2 Outubro / Domingo
ETD Douro 0500
ETA Viana do Castelo 1200
Almoço
Visita ao Gil Eanes
Regresso a Aveiro de CP ou de Autopulman, conforme os inscritos
Dia 4 de Outubro/Terça
Ao fim da tarde Viagem para V Castelo de comboio ou autopulman
Patuscada de Gala
Dia 5 de Outubro/Quarta
ETD 0600 V Castelo
ETA Aveiro 1600
(nesta pernada, ou em qualquer outra, os participantes pararão e arribarão onde muito bem lhes aprouver)
segunda-feira, setembro 12, 2011
domingo, setembro 11, 2011
A Faina
Com uma tripulação com origens nas mais ilustres familias marinheiras da nossa Ria, largou donairoso o NVV Veronique para a faina este sábado, acabando por fundear em São Jacinto, a uns larguíssimos 15 metros, 14.7 metros vá, da Base Militar altamente secreta e operacional que alí se situa.
Não eram passados 25 minutos quando um garboso militar nos comunicou a 'ordem superior' para dalí sairmos, pois estavamos a 'atentar contra a segurança da base' !!!
Ora na minha tripulação não havia nenhum árabe, nem mesmo nenhum benfiquista, pelo que não entendemos a ordem.
As armas que dispunhamos eram, apesar de perigosas, é certo, apenas um bacalhau abanado, duas duzias de rissóis de leitão, um quilo de gambas já cozidas, meia garrafa de água das pedras, duas caixas de Diamante Negro bruto e quatro caixas de Rota da Vila Douro 2005. (Ahh !!, também tinhamos uma Blue Saphire para os Gins Técnicos).
Para além disso, o garboso militar envergava um camuflado, o que dificultava a sua visibilidade no meio da densa mata de estramagueiras que protege a ultra secreta base, onde Portugal guarda os seus misseis continentais, para além da extensa garrafeira do senhor comandante.
Bem, como respeitadores que somos das 'ordens superiores', suspendemos e fomos à emposta, um pouco mais a norte, mesmo em frente ao terminal do ferry.
E bem valeu a manobra, pois a faina rendeu uma taínha de pinta amarela, sete douradas, quinze douradinhas, quatro ruivos, dois robalos, cinco jaquinzinhos e uma choupa.
E bem os fritei hoje, com uma molhanga escabéchica, tudo acompanhado por umas Alvarinho de estalo e uma aletria da Dona Zerinhas, bem merdaleira como eu gosto.
Não eram passados 25 minutos quando um garboso militar nos comunicou a 'ordem superior' para dalí sairmos, pois estavamos a 'atentar contra a segurança da base' !!!
Ora na minha tripulação não havia nenhum árabe, nem mesmo nenhum benfiquista, pelo que não entendemos a ordem.
As armas que dispunhamos eram, apesar de perigosas, é certo, apenas um bacalhau abanado, duas duzias de rissóis de leitão, um quilo de gambas já cozidas, meia garrafa de água das pedras, duas caixas de Diamante Negro bruto e quatro caixas de Rota da Vila Douro 2005. (Ahh !!, também tinhamos uma Blue Saphire para os Gins Técnicos).
Para além disso, o garboso militar envergava um camuflado, o que dificultava a sua visibilidade no meio da densa mata de estramagueiras que protege a ultra secreta base, onde Portugal guarda os seus misseis continentais, para além da extensa garrafeira do senhor comandante.
Bem, como respeitadores que somos das 'ordens superiores', suspendemos e fomos à emposta, um pouco mais a norte, mesmo em frente ao terminal do ferry.
E bem valeu a manobra, pois a faina rendeu uma taínha de pinta amarela, sete douradas, quinze douradinhas, quatro ruivos, dois robalos, cinco jaquinzinhos e uma choupa.
E bem os fritei hoje, com uma molhanga escabéchica, tudo acompanhado por umas Alvarinho de estalo e uma aletria da Dona Zerinhas, bem merdaleira como eu gosto.
quinta-feira, setembro 08, 2011
Correu Mal
Correu mesmo mal.
Com um problema de pilhas velhas e babadas no meu GPS no Inverno passado, perdi a memória do caminho das pedras no Canal de Ovar para Norte do Muranzel.
Resultado, com uma visibilidade inferior a 30 metros, chegado lá, ao Muranzel, decidi parar, ficar por alí, fundear e, já agora, jantar.
Fica o São Paio para o ano, com grande pena minha e da minha tripulação, mas era de facto arriscado ter seguido para Norte sem referencias em terra ou nos aparelhos.
A probabilidade de encalhar era superior a 1 (novo conceito matemático criado agorinha mesmo)
Restou a 'tomatada de gambas aux fines herbes' e a 'raia de pitau em leito de azeite aromatizado' apresentadas pelo Bolha e os 'panadinhos de porc au pain ralé' do meu primo, seguidos pelos sempre deliciosos pasteis de Vouzela e pelas trouxas de ovos de Rio Maior, tudo acompanhado por um tinto de excelência do primo abade do meu médico particular.
Com um problema de pilhas velhas e babadas no meu GPS no Inverno passado, perdi a memória do caminho das pedras no Canal de Ovar para Norte do Muranzel.
Resultado, com uma visibilidade inferior a 30 metros, chegado lá, ao Muranzel, decidi parar, ficar por alí, fundear e, já agora, jantar.
Fica o São Paio para o ano, com grande pena minha e da minha tripulação, mas era de facto arriscado ter seguido para Norte sem referencias em terra ou nos aparelhos.
A probabilidade de encalhar era superior a 1 (novo conceito matemático criado agorinha mesmo)
Restou a 'tomatada de gambas aux fines herbes' e a 'raia de pitau em leito de azeite aromatizado' apresentadas pelo Bolha e os 'panadinhos de porc au pain ralé' do meu primo, seguidos pelos sempre deliciosos pasteis de Vouzela e pelas trouxas de ovos de Rio Maior, tudo acompanhado por um tinto de excelência do primo abade do meu médico particular.
quarta-feira, setembro 07, 2011
Espanhol ? O que é o espanhol ?
"...
HOla! ¡Moi boas!
VOs convido a participar no curso de nós mariñeiros (gratuito) que organizamos na Asociación de Embarcacións Tradicionais Remadoira.
Terá lugar o xoves 9 e venres 10 de sembro, na carpa da Festa do Marisco do Berbés, no porto de Vigo.
Repasaremos os nós básicos e indispensables no mar, para logo adentrarnos no apaixonante mundo dos nós planos, de trailla, cadenetas,etc.
Un dibertido pasatempos que ten unha ampla aplicación práctica.
Mentras nós anudamos, os máis pequenos poden desenvolver a súa creatividade no concurso de debuxo.
Animádevos e vémonos na Festa do Marisco, na dársena do Berbés.
Un saudo, e porfavor, pásao a quen creas que lle pode interesar.
¡ Graciñas!
..."
Email de convite da nossa Amiga Marinheira Galega Luisa Nuñes.
HOla! ¡Moi boas!
VOs convido a participar no curso de nós mariñeiros (gratuito) que organizamos na Asociación de Embarcacións Tradicionais Remadoira.
Terá lugar o xoves 9 e venres 10 de sembro, na carpa da Festa do Marisco do Berbés, no porto de Vigo.
Repasaremos os nós básicos e indispensables no mar, para logo adentrarnos no apaixonante mundo dos nós planos, de trailla, cadenetas,etc.
Un dibertido pasatempos que ten unha ampla aplicación práctica.
Mentras nós anudamos, os máis pequenos poden desenvolver a súa creatividade no concurso de debuxo.
Animádevos e vémonos na Festa do Marisco, na dársena do Berbés.
Un saudo, e porfavor, pásao a quen creas que lle pode interesar.
¡ Graciñas!
..."
Email de convite da nossa Amiga Marinheira Galega Luisa Nuñes.
terça-feira, setembro 06, 2011
São Paio da Torreira
Já foi, talvez ainda seja, a grande festa da Ria.
O NVV Veronique participou na nova versão da excursão fluvial à festa até que o assoreamento dos canais e da Marina da Torreira o impossibilitaram.
Foram tempos giros em que as tripulações dos diferentes barcos e das diferentes proveniências confraternizavam e trocavam farnéis, como os moliceiros e barcas de antigamente.
Desta vez vamos lá tentar chegar, vamos ver como corre.
Entrar na Marina é para esquecer, mas fundear ao largo do Monte Branco e ir a terra de dingy talvez funcione.
Largamos da Lota Velha pelas 2000 de quarta feira, com a maré, e regressamos logo a seguir ao fogo, com a maré também.
Navegação quase totalmente pelos aparelhos.
O Veronique não é um moliceiro, tem dois metros abaixo da linha de água.
A passagem do emissário-emerdário é manhosa, mesmo entre as boias bombordo/estibordo o fundo não é de fiar e tem pedras.
Depois, até ao Muranzel, a viagem é calma, com sondas de 6 metros e mais.
A Norte do Muranzel, das cinco estacas indicadoras da Cale, resta uma (!!!!).
Mas pagamos as taxas de farolagem-balizagem, ah pois é!!!
Com sorte, e saber, não tocaremos no fundo.
Wish me luck.
O NVV Veronique participou na nova versão da excursão fluvial à festa até que o assoreamento dos canais e da Marina da Torreira o impossibilitaram.
Foram tempos giros em que as tripulações dos diferentes barcos e das diferentes proveniências confraternizavam e trocavam farnéis, como os moliceiros e barcas de antigamente.
Desta vez vamos lá tentar chegar, vamos ver como corre.
Entrar na Marina é para esquecer, mas fundear ao largo do Monte Branco e ir a terra de dingy talvez funcione.
Largamos da Lota Velha pelas 2000 de quarta feira, com a maré, e regressamos logo a seguir ao fogo, com a maré também.
Navegação quase totalmente pelos aparelhos.
O Veronique não é um moliceiro, tem dois metros abaixo da linha de água.
A passagem do emissário-emerdário é manhosa, mesmo entre as boias bombordo/estibordo o fundo não é de fiar e tem pedras.
Depois, até ao Muranzel, a viagem é calma, com sondas de 6 metros e mais.
A Norte do Muranzel, das cinco estacas indicadoras da Cale, resta uma (!!!!).
Mas pagamos as taxas de farolagem-balizagem, ah pois é!!!
Com sorte, e saber, não tocaremos no fundo.
Wish me luck.
Censurada
Confesso que não sei trabalhar com essa tralha do facebook, e a verdade é que também não lhe acho muita piada.
Ontem aderi a um grupo que partilha fotografias da Ria de Aveiro e publiquei a fotografia acima, tirada de madrugada perto do local onde moro, numa maré viva transbordante.
Esteve lá 15 minutos, depois foi apagada pelos senhores administradores.
Não terá grande qualidade, é certo, mas a maioria das que lá estão são fotos tipo 'familia' onde as figuras locais se mostram umas às outras.
Nada que eu não faça no Ventosga com as minhas fotografias, mas o Ventosga não é um grupo social onde quem quer publica o que quizer, o Ventosga é um espaço meu onde eu 'amando umas bocarras'.
Nada também que eu já não esperasse, vindo de quem veio.
Ainda vou escrever umas 'bocarras' sobre isso.
Ontem aderi a um grupo que partilha fotografias da Ria de Aveiro e publiquei a fotografia acima, tirada de madrugada perto do local onde moro, numa maré viva transbordante.
Esteve lá 15 minutos, depois foi apagada pelos senhores administradores.
Não terá grande qualidade, é certo, mas a maioria das que lá estão são fotos tipo 'familia' onde as figuras locais se mostram umas às outras.
Nada que eu não faça no Ventosga com as minhas fotografias, mas o Ventosga não é um grupo social onde quem quer publica o que quizer, o Ventosga é um espaço meu onde eu 'amando umas bocarras'.
Nada também que eu já não esperasse, vindo de quem veio.
Ainda vou escrever umas 'bocarras' sobre isso.
segunda-feira, setembro 05, 2011
Finalmente....
"...
Ich habe meine VIII.vollendet - es ist das Große, was ich bis jetzt gemacht /.../ Denken Sie sich, daß Universum zu tÖnen und zu klingen beginnt. Es sind nicht meher menschliche Stimmen, sondern Planeten und Sonnen, welche kreisen...
..."
O Ventosga não é só Mar e Ria, ou talvez seja isso mesmo, talvez a Musica deste tipo seja ela também a nossa Ria e o nosso Mar.
Esperava uma boa gravação da VIII do Gustavo há já alguns meses. Chegou hoje.
É do outro Mundo.
[ Citty of Birmingham Symphony Orchestra and Chorus, London Symphony Chorus, City of Birmingham Youth Chorus and Toronto Children's Chorus.
Sopranos: Christine Brewer, Soile Isokoski, Juliane Banse;
Mezzo-sopranos: Birgit Remmert, Jane Henschel;
Baritone : David Wilson-Johnson;
Tenor: Jon Villars;
Bass: John Relyea;
Direction of Orchestra: Sir Simon Rattle ]
Ich habe meine VIII.vollendet - es ist das Große, was ich bis jetzt gemacht /.../ Denken Sie sich, daß Universum zu tÖnen und zu klingen beginnt. Es sind nicht meher menschliche Stimmen, sondern Planeten und Sonnen, welche kreisen...
..."
O Ventosga não é só Mar e Ria, ou talvez seja isso mesmo, talvez a Musica deste tipo seja ela também a nossa Ria e o nosso Mar.
Esperava uma boa gravação da VIII do Gustavo há já alguns meses. Chegou hoje.
É do outro Mundo.
[ Citty of Birmingham Symphony Orchestra and Chorus, London Symphony Chorus, City of Birmingham Youth Chorus and Toronto Children's Chorus.
Sopranos: Christine Brewer, Soile Isokoski, Juliane Banse;
Mezzo-sopranos: Birgit Remmert, Jane Henschel;
Baritone : David Wilson-Johnson;
Tenor: Jon Villars;
Bass: John Relyea;
Direction of Orchestra: Sir Simon Rattle ]
quarta-feira, agosto 31, 2011
Pablo Amândio Mónica
Já fez, comigo e com a Sandrinha, muitas milhas no Veronique, entre outros Mares, na Biscaia.
A Sandrinha chamava-lhe, na altura, o Artista. Eu chamava-lhe Matisse, o nome do DC deles, dos Matisses. Na verdade chama-se Amândio Mónica.
Fez esta magnífica tela sobre a minha humilde pessoa, favorecendo-me claramente.
A Sandrinha chamava-lhe, na altura, o Artista. Eu chamava-lhe Matisse, o nome do DC deles, dos Matisses. Na verdade chama-se Amândio Mónica.
Fez esta magnífica tela sobre a minha humilde pessoa, favorecendo-me claramente.
Regresso de Vila do Conde, há dois anos
Foi há dois anos. Regressavamos do Ave com vento frescalhote de ENE.
Sabem, imaginam, os meus Amigos o gozo que dá fazer assim 45 milhas? à conta do orçamento de estado, isto é, à borla, com o vento fresco nas orelhas e nas fuças, um Mar que não chateava, aqui, velas cheias e o barquinho, de dez toneladas, nos 7 nós?
Serão um prova da existência de deus estas velejadas sem o barulho da máquina?
Sabem, imaginam, os meus Amigos o gozo que dá fazer assim 45 milhas? à conta do orçamento de estado, isto é, à borla, com o vento fresco nas orelhas e nas fuças, um Mar que não chateava, aqui, velas cheias e o barquinho, de dez toneladas, nos 7 nós?
Serão um prova da existência de deus estas velejadas sem o barulho da máquina?
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