quinta-feira, junho 14, 2012

Eu e a AVELA

Utilizo este meio para informar os sócios da Avela que eu, João Madail Veiga, sócio da Avela com todas as contas regularizadas com a Associação e com provas dadas de dedicação e trabalho ao Clube, não apoio a actual direcção, nas pessoas do Dr. Pinho Costa e Engº Romão Machado, pelo que a Avela não contará com qualquer colaboração, por pequena que seja, da minha parte.

 Manter-me-ei naturalmente como sócio, pagarei atempadamente, como habitualmente, todas as minhas contas  e farei como a maioria dos sócios, utilizarei, dentro da prática regulamentar, o pontão do clube.

quinta-feira, junho 07, 2012

A demissão do momento, a do Sr. Veiga, isto é, eu.

Troca de galhardetes no fb, hoje de manhã, na sequência da minha demissão de 2º Vogal da Direcção da AVELA - Associação Aveirense de Vela de Cruzeiro.
Para memória futura, como soi dizer-se:
Hoje recebi a comunicação do pedido de demissão do Veiga de segundo vogal da nossa direcçãoque obviamente aceitei. Por solidariedade informei os restantes elementos da direcção que iria fazer o mesmo, o que acabei por não fazer, após a reunião com outros elementos da direcção e sócios. É sempre com pena que vemos abandonar o nosso grupo um elemento como o Veiga: leal, coerente e amigo do seu amigo. Muitas das actividades da AVELA têm o seu cunho pessoal que esperemos que continue a participar e organizar eventos como antes.


· · · há 10 horas através de MyPad for iPad:

    • Vitorino Madaleno Alguma razão em especial? tem alguma coisa a aver com o Miguel relvas ou a demissão daquela menina jornalista do Público que é nossa amiga a Maria José que acompanhava aqueles eventos de outros tempos, tempos do passado claro... Paulo aprende com o Coelhinho e aguenta a capoeira rs rs rs.
      há 10 horas ·

    • João Júdice Pargana Notícia já previsível. Resta saber quem será o próximo!!
      há 10 horas ·

segunda-feira, abril 30, 2012

O Movimento Termalista

1-As origens

São remotas as origens do movimento termalista, remontando mesmo ao tempo dos faraós. São conhecidos vestígios de fontanários no antigo Egipto junto às pirâmides, onde os faraós se banhavam em leite de burra temperado com rum e sumo de ananás, numa bebida que ficaria, séculos mais tarde, conhecida por pinha colada.
Esta bebida, óptima no tratamento de joanetes de que os antigos egípcios sofriam muito, não  faria no entanto grande êxito, apesar das suas propriedades curativas, por que naqueles remotos tempos ainda não tinham imaginado juntar-lhe gelo, talvez porque a técnica dos frigoríficos ainda não estivesse muito desenvolvida.

Os romanos herdaram a tradição egípcia, fundando termas por tudo quanto era sitio conhecido naquela época, sobretudo no entanto em Roma, circundada de fontanários por todos os lados. Naquele tempo era fácil chegar às termas porque, apesar dos GPS ainda estarem nos seus primeiros tempos, os termalistas não se perdiam, bastava-lhes tomarem uma estrada, qualquer que ela fosse, porque, como se sabe, todos os caminhos vão dar a Roma.
Os romanos sofriam muito de unhas encravadas derivado das sapatilhas que usavam, as caligae, de técnica sapateira  muito deficiente. As termas mais usadas eram assim aquelas que se adequavam aquele mal dos pés. Foram assim criadas as famosas termas de pizzas e lasanhas, muito frequentadas pela sociedade romana da mais fina estirpe.

2 – Em Portugal
Os portugueses sempre foram grandes entusiastas do movimento termalista, até porque sempre sofreram das mais variadas maleitas, tais como espondilose, queda de cabelo, bicos de papagaio e penariços, tudo doenças facilmente tratadas em qualquer fontanário digno desse nome.

O nosso primeiro rei, Afonso Henriques, fundou e frequentou as termas de São Pedro do Sul, famosas na vitela de Lafões com tinto do Dão, trazendo para a simpática vila beirã toda a corte, cortezãs, éguas e cabras, fundamentais para a saúde sexual dos portugueses e portuguesas de então.
D.José e o seu primeiro ministro também frequentavam várias termas, das quais destacamos as famosas termas de Palmela com o queijo de Azeitão e o Moscatel roxo, grandes remédios para a gota e para o reumatismo.

3 -A Actualidade

Ficaram celebres  as visitas do grande António Silva às termas do Cartaxo, estas apropriadas aos tratamentos das enxaquecas e penariços.
Os portugueses agora frequentam mais as termas do Alto Douro que se tem especializado nos últimos tempos e criado fantásticos fontanários.

Eu próprio ainda há pouco fiz umas termas em Chaves onde constatei a excelência do seu presunto, das suas postas de carne e dos seus enchidos. O tratamento faz-se à vontade do doente, sendo apenas necessária a apresentação da prescrição médica, que pode, no entanto, em grande tradição termalista, ser conseguida na altura. O sr Padre Fontes, por exemplo, nas termas de Chaves, pode facultar aos seus pacientes, a devida e necessária prescrição dos tratamentos s efectuar.
Também muito conhecidas e frequentadas as termas galegas de Baiona onde se podem encontrar múltiplos e variados fontanários, ricos em Ribeiro, polvo à galega e variado de marisco, especialmente indicados para as maleitas dos pés, sobretudo os joanetes.

Mais perto de Aveiro, óptimas para as doenças do forno intimo, temos as termas da Mealhada, tinto bruto e leitão assado e meio copinho de agua ao fim da tarde, bebido às escondidas e de olhos fechados para custar menos.
Espero desta forma ter contribuído para um maior esclarecimento do que é o movimento termalista e dessa forma tornar as vidas dos meus amigos mais fáceis e mais gradáveis.

O autor destas modestas linhas de regresso das termas do Algarve, em navegação solitária e desprovido das vaidades habituais.


Texto do autor editado no Paskim

sexta-feira, abril 27, 2012

Em busca do Achar Perdido

A história que agora conto tem o seu inicio durante os Festivais da Figueira da Foz.
Não era só cinema que por lá se via, também se ia ao ‘Escondidinho’, portentoso restaurante goês do Sr. Rodrigues, onde se comia a melhor bibinka, os melhores paparis, os portentosos caris, enfim, tudo manjares do melhor, com óptima entrada e pior saída.

O ‘Escondidinho’ do Sr. Rodrigues tinha um preparado de limão, em que uma  só colher de chá temperava toda uma travessa de arroz, dando-lhe um aroma fresco e diferente. Era o Achar de limão.
Tentei várias vezes que o Sr. Rodrigues me desse a receita do achar, mas ele era peremptório, a receita do achar só podia passar da boca de um goês para o ouvido de outro goês, e como eu não era, nada feito, não ma podia dar, podia ceder-me alguns frascos da deliciosa iguaria, mas a receita não, que tirasse dali a ideia.

Corri os livros de culinária, achei algumas receitas, mas nada parecido com o sabor do achar do Escondidinho da Figueira da Foz.
Fui às lojas gourmet tentar encontrar uns frasquinhos do dito achar e achei, mas, uma vez mais, nada do sabor original da Índia Portuguesa.

Uma vez, trabalhava eu na altura na Renault em Cacia, e um colaborador meu timorense, ainda parente do Xanana, sabendo do meu gosto pelo achar de limão, disse-me que a mãe o fazia muito bem, e quis-me oferecer um boiãozinho, mas receita népias, eu não era goês.
No dia aprazado o meu timorense apresentou-se na empresa com um ar pesaroso, a mãe não tinha achar de limão feito, parece que demora uns meses a preparar, mas tinha um achar de marmelo que, segundo ele, nada ficava a dever ao de limão.

Tudo bem, vou experimentar. E fiquei com o frasco.
O frasco era daqueles de Tofina, com tampa roscada de plástico, que, naquele caso, estava partida, deixando o delicioso aroma sair para todo o ambiente.

Fiz a viagem de Cacia para Aveiro com o frasco de achar de marmelo no carro, com um cheirinho tal que, só com ele, com o cheiro, malhei três finos até chegar a casa. Imaginem o resto.
O achar de marmelo não era de limão, mas era de facto muito bom. Durou vários meses até  a Dª Julia, empregada lá de casa à época, se lembrar de fazer um frango guisado com aquele restinho de tempero que estava no frigorifico. O frango ficou bom, mas o restinho de achar de marmelo foi-se.
E a saga da busca do achar de limão continuou, infrutífera.

Este Verão, um amigo moçambicano, em conversa comigo, teve conhecimento daquele meu gosto e, apesar de eu não ser goês (e ele era apenas arraçado de goês), dentro de grande clandestinidade, deu-me a receita que de imediato testei, com excelentes resultados, muito excelentes resultados, diga-se.
Neste momento já sei fazer achar de limão e faço-o com maestria.
Para manter a tradição, no entanto, a receita só pode passar da boca de um cagaréu para o ouvido de outro cagaréu. Essa é que é essa.

O autor destas modestas linhas absorto na leitura desse monumento da literatura universal e do conhecimento humano, logo após Kant e Heideger, o Camasutra.



(estória do autor publicada no Paskim)

quarta-feira, março 21, 2012

Nova Época

O NVV Veronique, atracado na Marina da Avela na Lota Velha, à espera de que o lavem e escovem, o ponham (mais) bonito. Grandes Velejadas e Navegações se aproximam.
Já atestei o paiol do tinto e o do chaimpain, bem como o da água das pedras, o mais fácil, pois leva apenas um quartilho. Falta o dos presuntos, o do queijo e o dos paios.

segunda-feira, março 19, 2012

Sugestões

Caro Dr Gaspar,
Tendo conhecimento que VEXA anda atribulado a contar os tostões e, já com a imaginação esgotada, pouco mais lhe lembrando para taxar, aqui deixo o meu modesto contributo, rebuscado na gaveta da memória, para VEXA e o estado poderem sacar mais uns cobres à rapaziada.



(foto sacada ao FB de CMS)

segunda-feira, março 05, 2012

Xuntanza


Aí está um nome engraçado para a gente se juntar, uma Juntança, ou, em Galego, uma Xuntanza.
À Juntança foi servido um cozido Galego, versão local do Cozido à Portuguesa, acompanhado por um tinto estaleiro e arrematado por umas aguardentes medicinais, medixinais em Galego.

quinta-feira, março 01, 2012

Da web

"...
OPTIMISMO! OPTIMISMO!

Já não era sem tempo!
Finalmente, notícia que nos permite sentir algum orgulho...

Um estudo recente conduzido pela Universidade Técnica de Lisboa mostrou que cada português caminha em média 440 km por ano.
Outro estudo feito pela Associação Médica de Coimbra revelou que, em média, o português bebe 26 litros de vinho por ano.

Conclusão:

Isso significa que o português, em média, gasta 5,9 litros aos 100km, ou seja, é económico!
Afinal, nem tudo está mal, neste País!
..."

Comentários:
Por um lado a estatistica deixa-me contente, pois o meu carro também está nos 5,9 l/100Km.
Mas, se a média é essa, e eu contribuo com uns miseráveis 376 litros por ano e só caminho para aí uns 25 km, 20 vá, isto quer dizer que, da minha parte, estou ao nível das antigas Berliet e existem muitos Portugueses que só bebem água. Eis um case study interessante para uma tese de doutoramento.

segunda-feira, fevereiro 27, 2012

Barra de Santa Maria

Em solitário, depois de ter sido corrido das amarrações de Olhão e de ter estado fundeado na Culatra

segunda-feira, fevereiro 20, 2012

Este sim...


Quando do lançamento deste livro escrevi umas coisas sobre ele, que mantenho e sublinho.
O livro está bem escrito e dá-nos a conhecer melhor os barcos da nossa Ria. Não é gongórico e adjectivado como outros e merece, com mérito, lugar de destaque na minha biblioteca, mas também nas publicas e nas de cada um de nós.
Grande obra esta.

A elegância castelhana

Em baixo uma sequencia de emails trocados com uma empresa castelhana de venda de bilhetes para toiradas. Não esquecer que o mais recente está mais acima. Notar ainda que a ultima resposta já é dada em castelhano, sendo a primeira, para vender, em Português.

"....
 Lamentamos las posibles molestias ocasionadas, procedemos a revisar nuestras bases de datos para eliminarle en la mayor brevedad posible.

Un saludo,

Servitoro.com



De: Fisola [mailto:xxxxxxx@.telepac.pt]
Enviado el: lunes, 20 de febrero de 2012 10:16
Para: 'Servitoro'
Asunto: RE: Servitoro serviçio Oficial de venda de bilhetes Olivenza


Não solicitamos nem gostamos e muito menos apoiamos touradas
Queiram retirar-nos da vossa lista.

Ah, já me ia esquecendo, OLIVENÇA é Portugal, não é castela.

João Madail Veiga


De: servitor@server.servitoro.com [mailto:servitor@server.servitoro.com] Em nome de Servitoro
Enviada: segunda-feira, 20 de Fevereiro de 2012 09:12
Para: xxxxxx@mail.telepac.pt
Assunto: Servitoro serviçio Oficial de venda de bilhetes Olivenza


Estimados Senhores,

Vimos por este meio apresentar a nossa empresa.

SERVITORO surge como a melhor plataforma virtual de pesquisa, reserva e compra de bilhetes para os espetáculos tauromáquicos por toda Espanha.

Todas as feiras de Espanha ao seu alcance com um simples clique. Compre os seus bilhetes fácilmente e receba-os em Portugal. Compre ao preço mais barato com a confiança de que somos um serviço Oficial de venda de bilhetes para touradas.

Já à venda: Olivenza

Feria de Olivenza:
Secta Feira 2 março: novilhos de José Luis Marca para Tomás Angulo, Tomás Campos y Álvaro Sanlúcar .
Sabado 3 de março: touros de Garcigrande para Julián López El Juli, Miguel Ángel Perera y Alejandro Talavante.
Domingo 4 de março: touros de Zalduendo para Enrique Ponce, Antonio Ferrera y Cayetano.
Domingo 4 de março (tarde): touros de Núñez del Cuvillo para Juan José Padilla, Morante de la Puebla y José Mª Manzanares.


Toros
Abonos (4 festejos)
Grada Sol
40,00 €
126,00 €
Tendido Sol
48,00 €
155,00 €
Grada Sombra
57,00 €
185,00 €
Tendido Sombra Alto
72,00 €
230,00 €

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 Tel: 0034 96 330 85 93
 E-mail: servitoro@servitoro.com
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Agradecemos antecipadamente a sua atenção, receba os melhores cumprimentos.

Servitoro.com
..."

domingo, fevereiro 19, 2012

Fenando Dacosta

"...
Quando cumpria o seu segundo mandato, Ramalho Eanes viu ser-lhe apresentada pelo Governo uma lei especialmente congeminada contra si.


O texto impedia que o vencimento do Chefe do Estado fosse «acumulado com quaisquer pensões de reforma ou de sobrevivência» públicas que viesse a receber. Sem hesitar, o visado promulgou-o, impedindo-se de auferir a aposentação de militar para a qual descontara durante toda a carreira. O desconforto de tamanha injustiça levou-o, mais tarde, a entregar o caso aos tribunais que, há pouco, se pronunciaram a seu favor. Como consequência, foram-lhe disponibilizadas as importâncias não pagas durante catorze anos, com retroactivos, num total de um milhão e trezentos mil euros. Sem de novo hesitar, o beneficiado decidiu, porém, prescindir do benefício, que o não era pois tratava-se do cumprimento de direitos escamoteados – e não aceitou o dinheiro. Num país dobrado à pedincha, ao suborno, à corrupção, ao embuste, à traficância, à ganância, Ramalho Eanes ergueu-se e, altivo, desferiu uma esplendorosa bofetada de luva branca no videirismo, no arranjismo que o imergem, nos imergem por todos os lados. As pessoas de bem logo o olharam empolgadas: o seu gesto era-lhes uma luz de conforto, de ânimo em altura de extrema pungência cívica, de dolorosíssimo abandono social.


Antes dele só Natália Correia havia tido comportamento afim, quando se negou a subscrever um pedido de pensão por mérito intelectual que a secretaria da Cultura (sob a responsabilidade de Pedro Santana Lopes) acordara, ante a difícil situação económica da escritora, atribuir-lhe. «Não, não peço. Se o Estado português entender que a mereço», justificar-se-ia, «agradeço-a e aceito-a. Mas pedi-la, não. Nunca!»


O silêncio caído sobre o gesto de Eanes (deveria, pelo seu simbolismo, ter aberto telejornais e primeiras páginas de periódicos) explica-se pela nossa recalcada má consciência que não suporta, de tão hipócrita, o espelho de semelhantes comportamentos.


“A política tem de ser feita respeitando uma moral, a moral da responsabilidade e, se possível, a moral da convicção”, dirá. Torna-se indispensável “preservar alguns dos valores de outrora, das utopias de outrora”.


Quem o conhece não se surpreende com a sua decisão, pois as questões da honra, da integridade, foram-lhe sempre inamovíveis. Por elas, solitário e inteiro, se empenha, se joga, se acrescenta crescentando os outros. “Senti a marginalização e tentei viver”, confidenciará, “fora dela. Reagi como tímido, liderando”. O acto do antigo Presidente («cujo carácter e probidade sobrelevam a calamidade moral que por aí se tornou comum», como escreveu numa das suas notáveis crónicas Baptista-Bastos) ganha repercussões salvíficas da nossa corrompida, pervertida ética.


Com a sua atitude, Eanes (que recusara já o bastão de Marechal) preservou um nível de dignidade decisivo para continuarmos a respeitar-nos, a acreditar-nos – condição imprescindível ao futuro dos que persistem em ser decentes.
..."
Fonte Tempo Livre, Fernando Dacosta





terça-feira, fevereiro 14, 2012

sexta-feira, fevereiro 10, 2012

A Aterragem no Douro


Continua a ser, para meu gosto, a mais linda das barras Portuguesas. É emocionante entrar nela, ter o Passeio Alegre a Bombordo, São Pedro da Afurada do outro lado e  a Arrábida, imponente, ao fundo.

"....
Quem vem e entra no Rio
Junto à praia da Afurada
Vê um velho casario
Que se estende até à ponte

Quem te vê ao vir do Mar
és cascata, são-joanina
Erigida como um altar
no meio da neblina.


Por ruelas e calçadas
da  Foz até à Ribeira
por pedras sujas e gastas
e o Douro à nossa beira

 
E esse teu ar grave e sério
de muito Sal e de Vento
que nos oculta o mistério
de  luz bela e lamento


(fotos do 1º Grumete de Máquinas)

quinta-feira, fevereiro 09, 2012

Instantâneos da Biage de Regresso

Borrasca de WNW com Mar Cavado e Vento muito fresco na casa dos 25 nóses 

Completamente amurado a estibordo, o NVV Veronique range.

Antes da Borrasca, o MMMMBAS e o imediato a malharem.

(fotos do 1º Grumete de Máquinas)

Velejada



Regresso do Douro com vento fresco e Mar cavado, com o Veronique a passar os 10 nós nas surfadelas das ondas. Um luxo.
(filme do 1º grumete de máquinas)