Cambada,
Eis aqui o Programa do Cruzeiro de Outono:
Dia 1 Outubro / Sábado
Largada ETD 0900 – Aveiro
ETA 1600 - Porto/Douro
Jantar na Ribeira
Dia 2 Outubro / Domingo
ETD Douro 0500
ETA Viana do Castelo 1200
Almoço
Visita ao Gil Eanes
Regresso a Aveiro de CP ou de Autopulman, conforme os inscritos
Dia 4 de Outubro/Terça
Ao fim da tarde Viagem para V Castelo de comboio ou autopulman
Patuscada de Gala
Dia 5 de Outubro/Quarta
ETD 0600 V Castelo
ETA Aveiro 1600
(nesta pernada, ou em qualquer outra, os participantes pararão e arribarão onde muito bem lhes aprouver)
"... Pois nós que brigamos com o Mar, oito a dez dias a fio numa tormenta, de Aveiro a Lisboa, e estes que brigam uma tarde com um toiro, qual é que tem mais força ?.."
quinta-feira, setembro 15, 2011
segunda-feira, setembro 12, 2011
domingo, setembro 11, 2011
A Faina
Com uma tripulação com origens nas mais ilustres familias marinheiras da nossa Ria, largou donairoso o NVV Veronique para a faina este sábado, acabando por fundear em São Jacinto, a uns larguíssimos 15 metros, 14.7 metros vá, da Base Militar altamente secreta e operacional que alí se situa.
Não eram passados 25 minutos quando um garboso militar nos comunicou a 'ordem superior' para dalí sairmos, pois estavamos a 'atentar contra a segurança da base' !!!
Ora na minha tripulação não havia nenhum árabe, nem mesmo nenhum benfiquista, pelo que não entendemos a ordem.
As armas que dispunhamos eram, apesar de perigosas, é certo, apenas um bacalhau abanado, duas duzias de rissóis de leitão, um quilo de gambas já cozidas, meia garrafa de água das pedras, duas caixas de Diamante Negro bruto e quatro caixas de Rota da Vila Douro 2005. (Ahh !!, também tinhamos uma Blue Saphire para os Gins Técnicos).
Para além disso, o garboso militar envergava um camuflado, o que dificultava a sua visibilidade no meio da densa mata de estramagueiras que protege a ultra secreta base, onde Portugal guarda os seus misseis continentais, para além da extensa garrafeira do senhor comandante.
Bem, como respeitadores que somos das 'ordens superiores', suspendemos e fomos à emposta, um pouco mais a norte, mesmo em frente ao terminal do ferry.
E bem valeu a manobra, pois a faina rendeu uma taínha de pinta amarela, sete douradas, quinze douradinhas, quatro ruivos, dois robalos, cinco jaquinzinhos e uma choupa.
E bem os fritei hoje, com uma molhanga escabéchica, tudo acompanhado por umas Alvarinho de estalo e uma aletria da Dona Zerinhas, bem merdaleira como eu gosto.
Não eram passados 25 minutos quando um garboso militar nos comunicou a 'ordem superior' para dalí sairmos, pois estavamos a 'atentar contra a segurança da base' !!!
Ora na minha tripulação não havia nenhum árabe, nem mesmo nenhum benfiquista, pelo que não entendemos a ordem.
As armas que dispunhamos eram, apesar de perigosas, é certo, apenas um bacalhau abanado, duas duzias de rissóis de leitão, um quilo de gambas já cozidas, meia garrafa de água das pedras, duas caixas de Diamante Negro bruto e quatro caixas de Rota da Vila Douro 2005. (Ahh !!, também tinhamos uma Blue Saphire para os Gins Técnicos).
Para além disso, o garboso militar envergava um camuflado, o que dificultava a sua visibilidade no meio da densa mata de estramagueiras que protege a ultra secreta base, onde Portugal guarda os seus misseis continentais, para além da extensa garrafeira do senhor comandante.
Bem, como respeitadores que somos das 'ordens superiores', suspendemos e fomos à emposta, um pouco mais a norte, mesmo em frente ao terminal do ferry.
E bem valeu a manobra, pois a faina rendeu uma taínha de pinta amarela, sete douradas, quinze douradinhas, quatro ruivos, dois robalos, cinco jaquinzinhos e uma choupa.
E bem os fritei hoje, com uma molhanga escabéchica, tudo acompanhado por umas Alvarinho de estalo e uma aletria da Dona Zerinhas, bem merdaleira como eu gosto.
quinta-feira, setembro 08, 2011
Correu Mal
Correu mesmo mal.
Com um problema de pilhas velhas e babadas no meu GPS no Inverno passado, perdi a memória do caminho das pedras no Canal de Ovar para Norte do Muranzel.
Resultado, com uma visibilidade inferior a 30 metros, chegado lá, ao Muranzel, decidi parar, ficar por alí, fundear e, já agora, jantar.
Fica o São Paio para o ano, com grande pena minha e da minha tripulação, mas era de facto arriscado ter seguido para Norte sem referencias em terra ou nos aparelhos.
A probabilidade de encalhar era superior a 1 (novo conceito matemático criado agorinha mesmo)
Restou a 'tomatada de gambas aux fines herbes' e a 'raia de pitau em leito de azeite aromatizado' apresentadas pelo Bolha e os 'panadinhos de porc au pain ralé' do meu primo, seguidos pelos sempre deliciosos pasteis de Vouzela e pelas trouxas de ovos de Rio Maior, tudo acompanhado por um tinto de excelência do primo abade do meu médico particular.
Com um problema de pilhas velhas e babadas no meu GPS no Inverno passado, perdi a memória do caminho das pedras no Canal de Ovar para Norte do Muranzel.
Resultado, com uma visibilidade inferior a 30 metros, chegado lá, ao Muranzel, decidi parar, ficar por alí, fundear e, já agora, jantar.
Fica o São Paio para o ano, com grande pena minha e da minha tripulação, mas era de facto arriscado ter seguido para Norte sem referencias em terra ou nos aparelhos.
A probabilidade de encalhar era superior a 1 (novo conceito matemático criado agorinha mesmo)
Restou a 'tomatada de gambas aux fines herbes' e a 'raia de pitau em leito de azeite aromatizado' apresentadas pelo Bolha e os 'panadinhos de porc au pain ralé' do meu primo, seguidos pelos sempre deliciosos pasteis de Vouzela e pelas trouxas de ovos de Rio Maior, tudo acompanhado por um tinto de excelência do primo abade do meu médico particular.
quarta-feira, setembro 07, 2011
Espanhol ? O que é o espanhol ?
"...
HOla! ¡Moi boas!
VOs convido a participar no curso de nós mariñeiros (gratuito) que organizamos na Asociación de Embarcacións Tradicionais Remadoira.
Terá lugar o xoves 9 e venres 10 de sembro, na carpa da Festa do Marisco do Berbés, no porto de Vigo.
Repasaremos os nós básicos e indispensables no mar, para logo adentrarnos no apaixonante mundo dos nós planos, de trailla, cadenetas,etc.
Un dibertido pasatempos que ten unha ampla aplicación práctica.
Mentras nós anudamos, os máis pequenos poden desenvolver a súa creatividade no concurso de debuxo.
Animádevos e vémonos na Festa do Marisco, na dársena do Berbés.
Un saudo, e porfavor, pásao a quen creas que lle pode interesar.
¡ Graciñas!
..."
Email de convite da nossa Amiga Marinheira Galega Luisa Nuñes.
HOla! ¡Moi boas!
VOs convido a participar no curso de nós mariñeiros (gratuito) que organizamos na Asociación de Embarcacións Tradicionais Remadoira.
Terá lugar o xoves 9 e venres 10 de sembro, na carpa da Festa do Marisco do Berbés, no porto de Vigo.
Repasaremos os nós básicos e indispensables no mar, para logo adentrarnos no apaixonante mundo dos nós planos, de trailla, cadenetas,etc.
Un dibertido pasatempos que ten unha ampla aplicación práctica.
Mentras nós anudamos, os máis pequenos poden desenvolver a súa creatividade no concurso de debuxo.
Animádevos e vémonos na Festa do Marisco, na dársena do Berbés.
Un saudo, e porfavor, pásao a quen creas que lle pode interesar.
¡ Graciñas!
..."
Email de convite da nossa Amiga Marinheira Galega Luisa Nuñes.
terça-feira, setembro 06, 2011
São Paio da Torreira
Já foi, talvez ainda seja, a grande festa da Ria.
O NVV Veronique participou na nova versão da excursão fluvial à festa até que o assoreamento dos canais e da Marina da Torreira o impossibilitaram.
Foram tempos giros em que as tripulações dos diferentes barcos e das diferentes proveniências confraternizavam e trocavam farnéis, como os moliceiros e barcas de antigamente.
Desta vez vamos lá tentar chegar, vamos ver como corre.
Entrar na Marina é para esquecer, mas fundear ao largo do Monte Branco e ir a terra de dingy talvez funcione.
Largamos da Lota Velha pelas 2000 de quarta feira, com a maré, e regressamos logo a seguir ao fogo, com a maré também.
Navegação quase totalmente pelos aparelhos.
O Veronique não é um moliceiro, tem dois metros abaixo da linha de água.
A passagem do emissário-emerdário é manhosa, mesmo entre as boias bombordo/estibordo o fundo não é de fiar e tem pedras.
Depois, até ao Muranzel, a viagem é calma, com sondas de 6 metros e mais.
A Norte do Muranzel, das cinco estacas indicadoras da Cale, resta uma (!!!!).
Mas pagamos as taxas de farolagem-balizagem, ah pois é!!!
Com sorte, e saber, não tocaremos no fundo.
Wish me luck.
O NVV Veronique participou na nova versão da excursão fluvial à festa até que o assoreamento dos canais e da Marina da Torreira o impossibilitaram.
Foram tempos giros em que as tripulações dos diferentes barcos e das diferentes proveniências confraternizavam e trocavam farnéis, como os moliceiros e barcas de antigamente.
Desta vez vamos lá tentar chegar, vamos ver como corre.
Entrar na Marina é para esquecer, mas fundear ao largo do Monte Branco e ir a terra de dingy talvez funcione.
Largamos da Lota Velha pelas 2000 de quarta feira, com a maré, e regressamos logo a seguir ao fogo, com a maré também.
Navegação quase totalmente pelos aparelhos.
O Veronique não é um moliceiro, tem dois metros abaixo da linha de água.
A passagem do emissário-emerdário é manhosa, mesmo entre as boias bombordo/estibordo o fundo não é de fiar e tem pedras.
Depois, até ao Muranzel, a viagem é calma, com sondas de 6 metros e mais.
A Norte do Muranzel, das cinco estacas indicadoras da Cale, resta uma (!!!!).
Mas pagamos as taxas de farolagem-balizagem, ah pois é!!!
Com sorte, e saber, não tocaremos no fundo.
Wish me luck.
Censurada
Confesso que não sei trabalhar com essa tralha do facebook, e a verdade é que também não lhe acho muita piada.
Ontem aderi a um grupo que partilha fotografias da Ria de Aveiro e publiquei a fotografia acima, tirada de madrugada perto do local onde moro, numa maré viva transbordante.
Esteve lá 15 minutos, depois foi apagada pelos senhores administradores.
Não terá grande qualidade, é certo, mas a maioria das que lá estão são fotos tipo 'familia' onde as figuras locais se mostram umas às outras.
Nada que eu não faça no Ventosga com as minhas fotografias, mas o Ventosga não é um grupo social onde quem quer publica o que quizer, o Ventosga é um espaço meu onde eu 'amando umas bocarras'.
Nada também que eu já não esperasse, vindo de quem veio.
Ainda vou escrever umas 'bocarras' sobre isso.
Ontem aderi a um grupo que partilha fotografias da Ria de Aveiro e publiquei a fotografia acima, tirada de madrugada perto do local onde moro, numa maré viva transbordante.
Esteve lá 15 minutos, depois foi apagada pelos senhores administradores.
Não terá grande qualidade, é certo, mas a maioria das que lá estão são fotos tipo 'familia' onde as figuras locais se mostram umas às outras.
Nada que eu não faça no Ventosga com as minhas fotografias, mas o Ventosga não é um grupo social onde quem quer publica o que quizer, o Ventosga é um espaço meu onde eu 'amando umas bocarras'.
Nada também que eu já não esperasse, vindo de quem veio.
Ainda vou escrever umas 'bocarras' sobre isso.
segunda-feira, setembro 05, 2011
Finalmente....
"...
Ich habe meine VIII.vollendet - es ist das Große, was ich bis jetzt gemacht /.../ Denken Sie sich, daß Universum zu tÖnen und zu klingen beginnt. Es sind nicht meher menschliche Stimmen, sondern Planeten und Sonnen, welche kreisen...
..."
O Ventosga não é só Mar e Ria, ou talvez seja isso mesmo, talvez a Musica deste tipo seja ela também a nossa Ria e o nosso Mar.
Esperava uma boa gravação da VIII do Gustavo há já alguns meses. Chegou hoje.
É do outro Mundo.
[ Citty of Birmingham Symphony Orchestra and Chorus, London Symphony Chorus, City of Birmingham Youth Chorus and Toronto Children's Chorus.
Sopranos: Christine Brewer, Soile Isokoski, Juliane Banse;
Mezzo-sopranos: Birgit Remmert, Jane Henschel;
Baritone : David Wilson-Johnson;
Tenor: Jon Villars;
Bass: John Relyea;
Direction of Orchestra: Sir Simon Rattle ]
Ich habe meine VIII.vollendet - es ist das Große, was ich bis jetzt gemacht /.../ Denken Sie sich, daß Universum zu tÖnen und zu klingen beginnt. Es sind nicht meher menschliche Stimmen, sondern Planeten und Sonnen, welche kreisen...
..."
O Ventosga não é só Mar e Ria, ou talvez seja isso mesmo, talvez a Musica deste tipo seja ela também a nossa Ria e o nosso Mar.
Esperava uma boa gravação da VIII do Gustavo há já alguns meses. Chegou hoje.
É do outro Mundo.
[ Citty of Birmingham Symphony Orchestra and Chorus, London Symphony Chorus, City of Birmingham Youth Chorus and Toronto Children's Chorus.
Sopranos: Christine Brewer, Soile Isokoski, Juliane Banse;
Mezzo-sopranos: Birgit Remmert, Jane Henschel;
Baritone : David Wilson-Johnson;
Tenor: Jon Villars;
Bass: John Relyea;
Direction of Orchestra: Sir Simon Rattle ]
quarta-feira, agosto 31, 2011
Pablo Amândio Mónica
Já fez, comigo e com a Sandrinha, muitas milhas no Veronique, entre outros Mares, na Biscaia.
A Sandrinha chamava-lhe, na altura, o Artista. Eu chamava-lhe Matisse, o nome do DC deles, dos Matisses. Na verdade chama-se Amândio Mónica.
Fez esta magnífica tela sobre a minha humilde pessoa, favorecendo-me claramente.
A Sandrinha chamava-lhe, na altura, o Artista. Eu chamava-lhe Matisse, o nome do DC deles, dos Matisses. Na verdade chama-se Amândio Mónica.
Fez esta magnífica tela sobre a minha humilde pessoa, favorecendo-me claramente.
Regresso de Vila do Conde, há dois anos
Foi há dois anos. Regressavamos do Ave com vento frescalhote de ENE.
Sabem, imaginam, os meus Amigos o gozo que dá fazer assim 45 milhas? à conta do orçamento de estado, isto é, à borla, com o vento fresco nas orelhas e nas fuças, um Mar que não chateava, aqui, velas cheias e o barquinho, de dez toneladas, nos 7 nós?
Serão um prova da existência de deus estas velejadas sem o barulho da máquina?
Sabem, imaginam, os meus Amigos o gozo que dá fazer assim 45 milhas? à conta do orçamento de estado, isto é, à borla, com o vento fresco nas orelhas e nas fuças, um Mar que não chateava, aqui, velas cheias e o barquinho, de dez toneladas, nos 7 nós?
Serão um prova da existência de deus estas velejadas sem o barulho da máquina?
segunda-feira, agosto 29, 2011
Pois foi...
Em fotografia copyright Bolha ou Médico de Bordo, a sério que não sei, euzinho, numa das tarefas que mais gosto de fazer a bordo, encher meio copinho de chaimpain.
Em cenário o sempre esbelto NVV Veronique, e em primeiro plano euzinho.
O local, a nossa Ria, na Ilha do Rebocho, do Monte Farinha, dos Ovos, do Amoroso, de Sama, na Cale do Ouro, Cale de Espinheiro, Cale da Vila, esteiro do Gramato, na marinha de Bulhões,..., descubram Vossas Mercês.
sexta-feira, agosto 26, 2011
O Inobador
Já foram aos milhares, mas o trabalho era penoso e estuporado.
A limpeza que faziam da nossa Ria manteve-a desimpedida. Os adubos quimicos ditaram-lhe o fim.
Ainda restam uns quantos a fazer passeios. É o caso do Inobador, do Clube de Vela da Costa Nova, um dos Clubes Náuticos de que sou sócio.
A fotografia é de quarta feira ao fim da tarde no Canal de Mira (ou do Desertas neste troço).
A limpeza que faziam da nossa Ria manteve-a desimpedida. Os adubos quimicos ditaram-lhe o fim.
Ainda restam uns quantos a fazer passeios. É o caso do Inobador, do Clube de Vela da Costa Nova, um dos Clubes Náuticos de que sou sócio.
A fotografia é de quarta feira ao fim da tarde no Canal de Mira (ou do Desertas neste troço).
terça-feira, agosto 23, 2011
Os livros deste Verão
O engº Senos da Fonseca editou mais um trabalho, 'Embarcações que tiveram berço na Laguna' que, como habitualmente, surpreendeu pela positiva, habituado que estou à qualidade dos seus textos.
Com uma escrita fluente e rigorosa transporta-nos à construção naval da nossa Ria (Laguna como ele escreve), às suas raízes e aos seus desenvolvimentos pela nossa costa fora.
Aos factos, à História, junta a sua interpretação, inteligente e fundada.
Tão diferente doutros autores locais, descritivos e insossos, o Engº Senos da Fonseca dá mais um contributo, decisivo, para a compreensão de quem somos, os Povos Ribeirinhos da Laguna.
Esta critica esteve a cargo de João Madail Veiga, visconde da Boavista, electricista de segunda, Par do Reino, engenheiro de profissão e gestor por maldição, marinheiro amador profundamente conhecedor dos meridianos horários, gerente da afamada casa de diversão nocturna Starlight, agora a trespasse, campeão de remo noutros tempos e estudioso de temas de história maritima.
Com uma escrita fluente e rigorosa transporta-nos à construção naval da nossa Ria (Laguna como ele escreve), às suas raízes e aos seus desenvolvimentos pela nossa costa fora.
Aos factos, à História, junta a sua interpretação, inteligente e fundada.
Tão diferente doutros autores locais, descritivos e insossos, o Engº Senos da Fonseca dá mais um contributo, decisivo, para a compreensão de quem somos, os Povos Ribeirinhos da Laguna.
Esta critica esteve a cargo de João Madail Veiga, visconde da Boavista, electricista de segunda, Par do Reino, engenheiro de profissão e gestor por maldição, marinheiro amador profundamente conhecedor dos meridianos horários, gerente da afamada casa de diversão nocturna Starlight, agora a trespasse, campeão de remo noutros tempos e estudioso de temas de história maritima.
sexta-feira, agosto 19, 2011
Ria de Vigo
Num cenário tipicamente Galego, peniqueiro portanto, a lembrar as brumas celtas, com rumo à Ilha de São Simão, podemos admirar o NVV Veronique, a todo o pano, excelentemente mareado.
As águas, essas, lembram o (tenebroso) Mar da Palha.
TV Galiza
As águas, essas, lembram o (tenebroso) Mar da Palha.
TV Galiza
quinta-feira, agosto 18, 2011
Ria de Arousa
Na Ria de Arousa fundeamos no Ilhote Areoso, caracterizado por um gradiente de declive do fundo quilhado.
Essa caracteristica da tença criou problemas terriveis às tripulações para conseguirem unhar os seus ferros.
A todas as tripulações? Não!
O Nagual dispunha de um guincho automático, alimentado a broa, bruena em castelhano, que, às ordens do skipper e sob o olhar atento da armadora, sucessivamente subia o ferro e o voltava a descer.
Curiosamente o nosso amigo Bolha demonstrava aqui uma excelente forma física, evidenciando assim a sua frequência do ginásio de Montemor, de que aliás é associado.
Essa caracteristica da tença criou problemas terriveis às tripulações para conseguirem unhar os seus ferros.
A todas as tripulações? Não!
O Nagual dispunha de um guincho automático, alimentado a broa, bruena em castelhano, que, às ordens do skipper e sob o olhar atento da armadora, sucessivamente subia o ferro e o voltava a descer.
Curiosamente o nosso amigo Bolha demonstrava aqui uma excelente forma física, evidenciando assim a sua frequência do ginásio de Montemor, de que aliás é associado.
quarta-feira, agosto 17, 2011
Ria de Aldan
A Ria de Aldan fica na Ria de Pontevedra, que é maiorzinha.
Esta praia é a da Areia Brava, assim lhe chamam os Galegos. O acrobata, esse é o Pardal, em mortal encarpado à frente com pirueta e duplo parafuso, um espanto.
A fotografia 'assim-assim' é do Bolha, copyright registado.
Esta praia é a da Areia Brava, assim lhe chamam os Galegos. O acrobata, esse é o Pardal, em mortal encarpado à frente com pirueta e duplo parafuso, um espanto.
A fotografia 'assim-assim' é do Bolha, copyright registado.
sexta-feira, agosto 12, 2011
A Rota Marítima do Cavaleiro das Conchas.
São conhecidas as minhas ideias agnósticas e profundamente anti-clericais.
Delas não abdico, antes pelo contrário, mais certo estou da sua justeza, tanto mais vou estudando e lendo as posturas das igrejas ao longo dos tempos.
Que faz então um tipo como eu numa peregrinação a Santiago?
Os caminhos de Santiago têm, penso, um carácter muito diferente das peregrinações a Fátima ou a Meca, ou a outros destinos.
Fazem-se há séculos, por motivos religiosos no inicio, por certo, de meditação e de encontro mais actualmente.
Viram-se Homens de muitos países e credos, ou sem credo nenhum, numa viagem mística de, encontro.
Foi o caso do Veronique e da sua tripulação, enquadrada na flotilha Galega do Liceu de Bouzas, no que foi uma das realizações mais belas em que participámos.
O Caminho Marítimo é um deles, ao lado do Caminho Português ou do Caminho Francês.
O Veronique já tinha navegado naquelas águas por mais de uma vez, mas desta fê-lo em retiro, em busca, em encontro.
segunda-feira, julho 18, 2011
Sódades
Fotografia velhinha, com o NVV Veronique ainda na sua versão aero dinâmica, retranca baixa e guarda-patrão para gajos pequenos, algures no Atlântico, a todo o pano.
Nota: Este texto não foi escrito segundo o novo acordo ortográfico.
Nota: Este texto não foi escrito segundo o novo acordo ortográfico.
quinta-feira, julho 14, 2011
Ruta do Cabaleiro
Aqui o rapaz, no fim do mês, vai zarpar para as rias Galegas em peregrinação mística.
Não bai ser bem o que planeei, mas bai ser de gritos.
Trespassei, como sabeis, o meu espaço cultural, a casa Starlight, mas as minhas debotadas funcionárias ficaram com a melhor das impressões do seu ex-patrão que, com a sua actibidade lhes proporcionaba tardes e noites de prazer incontrolábel.
Não fosse a intransigência incompreensibel de Madame Beiga e ainda hoje a Starlight alegraria as noites e as tardes de Abeiro.
Assim, o NBB Beronique, para além de uma garrafeira reforçada e melhorada, bai ter como tripulação, para além de mim, do Pardal e do Lanhelas, as minhas ex-colaboradoras Taty, Vania, Nely, Susie, Patty e Belly, todas especialistas em dança do bentre, labagens com águas quentes e frias, massages e posições acrobáticas.
Nota: Texto escrito ao abrigo do nobo acordo ortografico.
Não bai ser bem o que planeei, mas bai ser de gritos.
Trespassei, como sabeis, o meu espaço cultural, a casa Starlight, mas as minhas debotadas funcionárias ficaram com a melhor das impressões do seu ex-patrão que, com a sua actibidade lhes proporcionaba tardes e noites de prazer incontrolábel.
Não fosse a intransigência incompreensibel de Madame Beiga e ainda hoje a Starlight alegraria as noites e as tardes de Abeiro.
Assim, o NBB Beronique, para além de uma garrafeira reforçada e melhorada, bai ter como tripulação, para além de mim, do Pardal e do Lanhelas, as minhas ex-colaboradoras Taty, Vania, Nely, Susie, Patty e Belly, todas especialistas em dança do bentre, labagens com águas quentes e frias, massages e posições acrobáticas.
Nota: Texto escrito ao abrigo do nobo acordo ortografico.
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